terça-feira, 6 de abril de 2010

50 dicas Monark sobre o Chile


50 dicas Monark sobre o Chile

1. Comprido como aquelas varas utilizadas pelos saltadores – são cerca de 4300 km desde o norte, na divisa com o Peru, ao Cabo Horn, no extremo sul do País -, cruzar o Chile significa mudar de clima, literalmente, muitas vezes e, conseqüentemente de paisagens. Os arredores de Santiago, por exemplo, com distâncias entre 60 e 100 km, pode-se encontrar uma ótima Estação de Ski no alto da Cordilheira do Andes (Valle Nevado); a maior piscina ao ar livre do mundo (Algarrobo) e uma cidade encrustada em morros que é Patrimônio Cultural da Humanidade (Valparaíso, colada ao Balneário mais disputado do Verão (Viña Del Mar)). Sem falar do Vale de San Antonio, mais uma região vinícula que começa a ficar internacionalmente conhecida. Mas a terra do Poeta Pablo Neruda tem muito mais. As paisagens desoladoras, porém hipnotizantes, do Deserto do Atacama. Os Vulcôes, alguns ainda ativos, na região de Puerto Montt, Puerto Varas e Pucón. As geleiras e Fiordes da Patagônia. E todo o exotismo da distante Ilha de Páscoa.


2. Deserto do Atacama: o deserto mais árido do mundo, na fronteira do Chile com a Bolívia e que tem como base a cidadezinha de San Pedro de Atacama, espalha-se por uma área do tamanho do estado do Paraná, conectando-se com as cordilheiras dos Andes e do Sal. Com pouca vegetação, pouca vida animal e pouquíssima chuva, o Atacama não passa de uma imensidão seca e poeirenta. Mesmo assim consegue ser um destino incrivelmente variado, com salares, vulcões, lagoas e gêiseres que quebram totalmente a monotonia quando se pega a estrada para explorar o deserto.


3. Salar de Atacama: é um dos maiores salares do mundo, com uma área de 100 km de comprimento e 80 km de largura onde o chão é totalmente braço por causa do sal petrificado, presente ali, segundo os pesquisadores, porque o Atacama foi fundo de mar a milhões de anos. Em algumas partes do salar formam-se lagoas como a Chaxa (“casa” ) de dezenas de Flamingos que passam o dia com o bico enfiado na água para se alimentar. Esses animais cor de rosa também dormem por ali, curiosamente mantendo apenas um de seus pés dentro dágua.


4. Gêiseres Del Tatio (Atacama): Curtir um dos grandes espetáculos do Deserto Chilene exige uma baita preparação. Acorda-se no máximo às 04:30 e serpenteia-se por quase 100km, subindo a 4300 m de altitude por uma estradinha miserável. Sem falar do frio forte, seja inverno ou verão, o que exige uma vestimenta pra lá de pesada. Se o esforço é grande a rescompensa é maior ainda: um campo com 80 gêiseres jorrando água quntíssima de origem vulcânica, que em contato com o ar gélido da manhã, formam caminhos de vapor, realçados pelos primeiro raios de sol do dia. O café da manhã rola ali mesmo e, antes da volta a San Pedro de Atacama, costuma haver uma agradável parada em Termas de Puritama, uma área com cachoeiras e piscinas naturais termais que fica escondida em uma fenda de terreno rochoso.


5. Vale da Lua (Atacama): bem perto de San Pedro de Atacama, é u lugar com formações rochosas bastante curiosas, que lembram as fotos tiradas no solo Lunar ou em Marte. Na primeira etapa do passeio, o guia chama atenção para os barulhos “fantasmagóricos” do vale, certos estalos que vém do interior das paredes rochosas e que ocorrem pela dilatação dos paredões, compostos por sal e gesso, ao longo do dia. O segundo pitstop é para que os turistas subam ao topo de um grande Duna – loca que serve para os melhores cliques da viagem -, seguido de passagem pela formação Três Marias e de uma parada ao Por do Sol, num mirante.


6. Lagunas Altiplânicas (Atacama): perto da fronteira da Bolívia estão estas lagoas de águas azuis, como a Miscanti e Miñiques, emolduradas por vulcões cobertos de neve, e que, vistas do alto, adquirem um brilho branco na beirada (reflexo do sal contido na água, claro). Mas, como no tour dos gêisers Del Tatio, chegar ali não é bolinho, principalmente porque sai-se de San Pedro, a 2.400 metros em relação ao nível do mar, para chegar aos 4 mil metros. Isso torna o ar rarefeito e pode deixar as pessoas com soroche, o mal da altitude, que se manifesta principalmente por dor de cabeça e tontura. Para evitar tome chá de coca antes de sair do hotel, além de muita água para combater os efeitos da secura que reina na região.


7. Circuito dos Vulcões (Atacama): caminhadas rumo ao topo dos vulcões resultam em visuais inusitados do deserto, mas não são para qualquer turista. Além de ter o preparo físico em dia, é preciso ficar atento aos efeitos do soroche, porque o turista fará uma caminhada a cerca de 5.000 metros de altitude, o que traz dificuldade de respiração e faz o coração quase sair pela boca ao menor passo dado. Quem encarar terá como opções os vulcões Lascar (são 2h30m de trekking com utilização máscara de proteção contra a inalação de gás sulfúrico, já que o vulcão é ativo e expele fumaça constantemente; o Lincancabur (a 5,97.6 metros de altitude e onde os arqueólogos encontraram vestígios habitacionais e múmias dos primitivos habitantes de Atacama); e o Toco (5,600 metros), no qual o carro para a cerca de 800 metros do cume. Porém, dada a altitude em que se está, completar este trajeto não é moleza.


8. Em pleno deserto, hotéis cheios de charme e mordomia: depois de muitos anos como único hotel rústico-chique do Atacama, o Explora (explora.com) – que exibe a proporção de 13 funcionários para o máximo de 102 hóspedes e oferece diárias com pensão completa e todos os passeios – ganhou concorrentes á altura. Entre eles está o Tierra Atacama (tierraatacama.com), que conta com piscina, sauna, serviço de massagens e tratamentos relaxantes, quartos espaçosos e diárias que incluem todas as refeições, bebidas e passeios. Outra opção é o Alto Atacama (altoatacama.com). bem ao lado das Ruínas de Pukara de Quitor e com luxos como lençóis de lã de alpaca. Também cheio de charme e requinte é o Awasi (awasi.cl), em que todos os quartos tem um pátio privativo para banho de sol e de ducha, e um carro à disposição do hóspede. Fique de olho, ainda, no Altiplanico (altiplanico.com), hotel com a maior área verde de San Pedro, e composto de casas feitas de adobe e teto de palha, e no Terrantai (terrantai.com) que também segue a arquitetura típica atacamenha e oferece vista, a partir do pa´tio e da piscina, para a bucólica igrejinha local.


9. A beleza ao longo da Ruta 5: Viña Del Mar é dona do pedaço de litoral mais famoso do Chile, mas não do mais bonito. É o que prova a viagem pela Ruta 5. A estrada liga Antofogasta a La Serena, e corta a região chamada de norte Chico, seguindo paralela ao Oceano Pacífico, ora exibindo vales verdes, abastecidos pelos rios que descem a Cordilheira dos Andes, ora fazendo lembrar que está perto do deserto. Na altura do povoado de Caldera, um desvio leva a um dos pontos altos do roteiro, a Bahia Inglesa, onde a água azul escura do Pacífico ganha um belo tom Turquesa, atraindo muitos visitantes às 3 pequenas praias do local, chamadas apropriadamente de Las Piscinas. Depois deste ponto, a Ruta 5 afasta-se da costa e somente 200 km depois volta a encontrá-la, na altura de Domeyko, que dá acesso a Punta Choros – onde ventos constantes favorecem a prática de surfe e windsurfe – e à Isla Damas, onde turistas, levados de barco, costumam pernoitar.


10. A Capital do país está em plena forma: Santiago vem investindo em infraestrutura há muitos anos e segue charmosa e interessante para abrir um tour pelo país. Assim não é difícil encontrar regiões agradabilíssimas para passear, como Vitacura, El Golf e Las Condes, onde está o Hotel Ritz Carlton e os melhores Shoppings locais, Parque Arauco a Alto Las Condes, e é o bairo que mais ganhou prédios de alto padrão e endereços comerciais badalados. O bairro de Providencia garante uma baladinha numa mesa de um bar, enquanto Bellavista, uma região decadente na época do regime militar chileno, renasceu com o surgimento de galerias – como o Patio Bellavista -, bares, cafés, restaurantes de primeira e salsotecas, que ocuparam os casarões antigos do pedaço.


11. Tradição no Palácio La Moneda: o edifício do século 18 é sede da presidência e foi palco de passagens dramáticas da história chilena, como o suicídio, em 1973, do então presidente Salvador Allende, depois de o general Augusto Pinochet anunciar a tomada do Palácio e iniciar uma das piores ditaduras do continente. Hoje, é um dos pontos turísticos mais tradicionais da capital – e pode ser visitado. Quer dizer, seu pátio interno, com algumas esculturas, pode ser conferido. Há alguns anos, um anexo foi aberto à visitação, o Centro Cultural La Moneda, que oferece loja de artesanato, exposições temporárias, exibição de filmes e um espaço dedicado à compositora Violeta Parra, autora de clássicos como Volver a los Dezessiete, que teve uma gravação que fez muito sucesso nas vozes de Milton Nascimento e Mercedes Sosa. O Palácio fica na Plaza de Armas, num conjunto arquitetônico composto pela Catedrasl, prefeitura e outros prédios como a Casa Colorada (onde funciona o museu de Santiago) e o Palácio de La Real Audiencia, que abriga o Museu Histórico Nacional.


12. A partir do Paseo Ahumada, uma cidade para descobrir a pé: em Santiago, uma caminhada a partir do Paseo de Ahumada, um calçadão que começa na Avenida Libertador Bernardo O´Higgins, ajuda o turista a ter um bom panorama da cidade. O calçadão é uma região de grande comércio (incluindo estabelecimentos como o Café com Piernas, cafeteiras em que só existem funcionárias que trabalham usando trajes mínimos), cercado por atrações como o Palácio de La Moneda e o Mercado Central. Do Mercado o turista logo alcançará o Parque Florestal, que segue paralelo ao Rio Mapocho e propicia uma bem vianda sombra com seus Plátanos orientais. Na altura do Palácio Belas Artes, onde estão os Museus de Belas Artes de Arte Contemporânea, é hora de mudar de direção e seguir para o Cerro San Cristobal – é possível ir caminhando, mas para quem já se cansou, é melhor pegar um taxi. , que sai bem barato. Uma vez lá utilize o funicular, que o deixará no alto do Cerro, e aproveite para curtir Santiago num ângulo de 360°. A descida também pode ser divertida, pegando o teleférico de cabines coloridas, cada qual com capacidade para 4 pessoas, que chega à estação Oasis, onde está o Parque Metropolitano.


13. O Mercado Central de Santiago: a visita ao Mercado Central vale pela tradição; inaugurado em 1868, foi projetado pelo francês Gustav Eiffel, o mesmo da torre de Paris, em imponente estrutura de ferro importado da Inglaterra. Lá , é possível conferir as grandes estrelas dos cardápios chilenos.: os peixes e os exóticos frutos do mar encontrados na costa do país, como a jaiba (pronuncia-se raiba) e a centolla, um tipo de caranguejo gigante que exige todo um procedimento para ser pescado e, consequentemente, custa caro. Estes diferentes ingredientes pode ser degustados no próprio mercado, em restaurantes como La Joya Del Pacifico e Donde Augusto.
14. Um Pueblo em plena Santiago: em alguns cantos da capital dá para esquecer completamente que se está em uma cidade de mais de 5 milhões de habitantes. É o caso do arredores do Pueblito Los Domínicos, uma área junto de uma antiga Igreja dominicana onde o barato passear pelas 160 lojas voltadas ao artesananto chileno, incluindo peças lápis-lazuli (a pedra azul que só existe no Chile e no Afeganistão), roupas de pelo de Lhama, tapetes e cerâmicas com motivos mapuche, objetos de ferro... Para chegar ao local, onde também há alguns bares e restaurantes, pegue a linha 1 do metrô (vermelha) até a Escuela Militar e, de lá, um ônibus.


15. Vinícola Centenária aos pés da Cordilheira: a vinícula Cousiño makul, que existe desde de 1856, fica no sopé da Cordilheira, onde a empresa também mantém seus parreirais. A propriedade é simples se comparada às vinícolas dos grandes centros chilenos que produzem vinho (como o vale do Colchagua), mas o guia também mostra todos os equipamentos e explica todo o processo de fabricação da bebida, passando, ainda, pela cave com barris de carvalho, onde o vinho ganha corpo e sabor antes de ser engarrafado. Como não poderia deixar de ser, o tour termina com uma degustação da bebida.


16. As casas de Pablo Neruda: o maior – e provavelmente mais excêntrico – poeta chileno do século 20 tinha 3 casas no Chile, hoje transformadas em museus que o homenageiam. No bairro da Bellavista em Santiago, está La Chascona, a casa onde Neruda (1904 – 1973) se encontrava com a amante e posteriormente terceira esposa, Matilde Urrutia. , Lá, conservado exatamente como quando o poeta era vivo, estão quadros pintados por amigos, muitos objetos comprados nas viagens mundo afora e até o prêmio Nobel, que ele ganhou na área de Literatura em 1971. Em Valparaíso fica a casaLa Sebastiana, enquanto em Isla Negra, um pequeno povoado litorâneo, está a excêntrica residência de mesmo nome. Ali, Neruda, uma apaixonado pelo mar, mandou erguer uma construção que de alguma forma lembrasse um barco. Além de conferir as centenas de objetos que compõe a decoração de Isla Negra (carrancas, máscaras, conchas, garrafas e copos de bebidas, insetos, pequenos navios..., deixados como o poeta os dispôs), é possível ver o túmulo de Neruda, enterrado junto a Matilde Urrutia.


17. Neve pertinho de Santiago: como está a apenas 60km de Santiago, no topo dos Andes, Valle Nevado é o destino perfeito para quem não tem muito tempo no país e quer incluir no roteiro algo além da Capital chilena, com a vantagem de oferecer, no inverno, o espetáculo da neve. A facilidade para chegar, Valle Nevado alia qualidade técnica nas pistas, com área tanto para iniciantes como para os já acostumados ao par de esquis, que vão se esbaldar com a neve sempre fofa e farta. Para os realmente fissurados no esporte, vale saber que as pistas de Valle Nevado, integradas às leis de La Parva e El Colorado, formam a área mais extensa esquiável do Chile, com 143 pistas. Depois de tanto deslizar na neve, ou tentar fazê-lo, os turistas podem repor as energias num dos 7 restaurantes, além de curtir a piscina, SPA, lojinhas e uma discoteca.


18. A maior piscina do mundo: com apartamentos residenciais, além dos que podem ser alugados por temporada, o condomínio San Alfonso Del Mar, em Algarrobo, a 90km de Santiago, está no Guiness Book, o livro dos recordes, com o título de maior piscina ao ar livre do mundo. Ela tem pouco mais de 1 km de largura, 8 hectares de área e 250 milhões de litros de água – o equivalente a 6 mil piscinas básicas de quintal. A água da piscina tem o desejado tom azul-caribe – graças a uma tecnologia que capta água do mar e a mantém nestas condições – e uma temperatura constante de 26 graus centígrados, onde, além de nadar, é possível caiaque, vela e até mergulho. Há ainda um serviço de barca que transporta os usuários de um extremo a outro no empreendimento.


19. Passeios bacanas a cerca de 100 km de Santiago: sem tempo para esticar da capital chilena para maravilhas que estão no norte ou no sul do país? Sem problema. Dá pra diversificar o roteiro sem ir muito longe de Santiago. Uma das principais opções é a dobradinha Valparaíso e Viña del Mar. A primeira ,a 118 km da capital, é considerada Patrimônio Cutural da Humanidade além de ser o principal porto do Chile. A “cara” de Valparaíso é dado pelo casario antigo e colorido encarapitado nos morros, já que a cidade cresceu inteiramente ao longo do curso dos 44 cerros que existem por ali. Para ir da parte alta da cidade á região beira-mar ( e vice-versa) , os moradores e turistas usam, em diversos pontos , o serviço de “elevadores”, que funcionam no sistema de contrapeso- quando um deles sobe,o outro no sentido contrário, desce. Já Vinã del Mar é grudada a Valparaíso, ,bastando apenas atravessar uma avenida de frente a Praia de Caleta Abacá para passar de uma a outra. O balneário banhado pelo Pacífico é super agitado no verão ,quando ocorrem várias baladas e festivais ,como o da Canção, que sempre recebe artistas brasileiros. Outras atrações de lá são o cassino (junto ao hotel cinco estrelas Del Mar), a Laguna Sausalito e a Roca Oceânica, mirante e point para a prática de esportes de aventura no caminho para Concón, uma espécie de capital gastronômica do pedaço. No Museu Fonck de Arqueologia Chilena e Historia Nacional, há um legitimo moai da Ilha de Páscoa exposto no jardim.


20.Vinho na volta de Viña : Já que o Chile é a terra do vinho , aproveite o passeio por Viña e Valparaíso para visitar o Vale de San Antonio, que está no mesmo caminho utilizado para voltar das duas cidades para Santiago, ou seja, pela Rota 68. San Antonio é uma subdivisão da região vitivinicola de Casablanca, que tem o clima propicio para as uvas com o ciclo de maturação curto e atualmente produz alguns dos melhores rótulos chilenos feitos com as cepas chardonnay,sauvignon blanc,pinot noir e, mais recentemente,syrah. Por lá a jovem vinícola Matetic, que pode ser visitada, é um dos destaques, com uma produção limitada a cerca de 500 mil garrafas anuais,o que a coloca como uma vinícola butique.Outras vinícolas renomadas- e que também podem ser visitadas- são Viña Leyda, Viña Garces Silva e Casa Marin.


21. A consagrada região vitinicola do Vale de Colcagua: até uns anos atrás, os vinhos argentinos, sobretudo os de Mendoza,eram os mais conhecidos e mais respeitados da América do Sul.Até que uma região chilena , o Vale de Concagua,que tem um clima excelente para o cultivo da uva – pouca chuva,calor de dia e frio a noite ( para ser boa para a vinificação , afruta precisa passar por essa variação de temperatura) e ainda conta com uma brisa marítima que ajuda na maturação mais lenta da uva- também passou a levar o “assunto” realmente a serio, produzindo vinhos de altíssima qualidade.Resultado: o titulo,segundo a revista especializada Wine Enthusiast,de melhor região vitivinicola do mundo em 2005. As principais cidades do vale chileno são Santa Cruz e San Fernando, a 178 km e 142 km de Santiago, respectivamente, acessadas pela Carretera Panamericana 5 Sur. Mas, por causa de muitas produtoras e hotéis estarem fora da estrada principal e mais ainda pelo fato de se beber algumas taças de vinho a casa degustação, é mais recomendado sair do Brasil com uma pacote comprado para circular pela região ou contatar diretamente a Ruta del Vino (RUTADELVINO.CL)associação que organiza oficialmente os passeios por lá.


22. Imersão total no mundo dos vinhos: Quando se vai para uma região vinícola, o asunto que domina as conversas, seja de manhã, de tarde ou de noite, é vinho, sobretudo nas próprias produtoras, onde as explicações gerais dadas são muito parecidas.Mesmo assim, o tour oferecido por elas nunca é igual. Afinal, a arquitetura das bodegas é diferente. Umas fermentam o vinho em tanques de aço outras, em barris de carvalho francês. E por ai vai. A modernosa e sofisticada e premiada Casa Lapostolle (casalapostolle.com), por exemplo, utiliza apenas uvas orgânicas para a produção das bebidas e a separação da fruta é totalmente manual. Além disso, ela foi construída como se “invadisse” o morro onde está, de modo que o vinho,durante a fabricação, não precisa ser transportado ele segue para os tonéis pela força da gravidade,,percorrendo seis andares com interferência mínima em seu sabor. A Casa Silva (CASASILVA.CL)também é uma vinícola bastante premiada e com instalações belíssimas. O restaurante, por exemplo, que está num ponto mais alto da construção e tem a frente envidraçada, permite aos enogourmets fazer uma refeição observando a sala de guarda, onde os vinhos “descansam” em barricas de carvalho. Além de um mirante que propicia uma das melhores vistas do vale, com campos tomados de parreiras a perder de vista, a Vinã Montes (monteswines.com) é outra com detalhes inusitados. Na sala de guarda, os barris recebem iluminação controlada e até ouvem canto gregoriano, já que isso descansaria e enriqueceria mais o sabor da bebida.


23. Hospedagem proporcionada pelas vinícolas: alguns fabricantes oferecem uma experiência turística completa no Vale de Colchagua. Alem da visita guiada á vinícola e do restaurante que harmoniza os pratos com os vinhos, a Casa Silva mantém um hotel, que ocupa um casarão de 1850. São apenas sete quartos, decorados com capricho e requinte. A produtora Santa Cruz, o Hotel Santa Cruz Plaza (HOTELSANTACRUZPLAZA.CL)em estilo espanhol,ele oferece quartos espaçosos e corretamente equipados,piscina e o restaurante Los Varietales, de especialidades chilenas.


24.Trem do Vinho: Com vários detalhes na cor vinho, a locomotiva inglesa de 1913 liga as duas principais cidades da Rota do Vinho,San Fernando e Santa Cruz, num percurso de 40km. No passeio,que rola aos sábados,um guia fala da região e de algumas vinícolas do pedaço,enquanto o pessoal de bordo distribui uma tábua de queijos,uvas e frutas secas e, claro,serve alguns tipos de vinhos. Para marcar a chegada a Santa Cruz, menos de duas horas depois da partida, os passageiros são recepcionados por um grupo folclórico infanto juvenil de cuecas,a dança típica do Chile. Informações: trendelvino.com .


25. A ilha que inspirou As Aventuras de Robinson Crusoé: Petence ao Chile a lendária Ilha de Robinson Crusoé, a maior do arquipelago de Juan Fernandez. Foi nela que o marinheiro escocês Alexander Selkirk sobreviveu sozinho por quatro anos, inspirando o livro As Aventuras de Robinson Crusoé, de Daniel Defoe,publicado em 1719. Com 93 km quadrados, a ilha oferece paisagens submarinas incríveis ,acessíveis até para mergulhadores iniciantes, um dos motivos que têm impulsionado o turismo por lá .Com aproximadamente 700 habitantes,a ilha é a mais preparada da região para receber os visitantes.Algumas atrações são a excursão ao Mirante Selkirk,caminhada pelo vilarejo de San Juan Batista,pela colina de Cerro Portezuelo e pela Baia de Cumberland e passeios pela histórica Plazoleta Del Yunque, um dos lugares que inspiram a obra de Defoe. A ilha fica a pouco mais de 600 km da costa chilena,quase numa linha reta de Santiago.


26. Muita mordomia em Termas de Chillán: a 400 km ao Sul de Santiago e cercada por bosques,Chillán é uma estação que proporciona muito mais que uma experiência na neve. Assim,além de pistas de esqui e de snowboard, de uma trilha exclusiva para andar de snowmobile (moto na neve) e de oferecer heliski (prática de esqui em áreas pouco exploradas,com o esportista sendo levado de helicóptero e “solto” num local que não é uma pista propriamente),Chillán conta com piscinas naturalmente aquecidas, que se utilizam de água de origem vulcânica ,e um spa, que tem tratamentos em que é usada a lama vulcânica . Também não faltam ótimos restaurantes, onde se pode escolher entre mais de 300 rotulos que compõem a carta de vinhos.


27. Em Chillán, hotéis para todos os bolsos: para hospedagem, a estação dispõe de flats mobiliados; do modesto Hotel Pirimahuida,a 7 km do complexo;do hotel Pirigallo, indicado para quem viaja com a família e está com o orçamento mais limitado; e do elegante Gran Hotel Termas de Chillán,que no inverno, é point dos famosos brasileiros.


28.Portillo : O centro de esqui mais antigo da América do Sul(começou a desenvolver-se nos anos de 1930) fica as 2h30 de Santiago,seguindo por uma caminho bem sinuoso.Emoldurado pela Laguna del Inca,a estação oferece muitas atrações dentro e fora dos hotéis. Há pistas de esqui de todos os níveis, incluindo pistas “não pisadas” como La Garganta, El Condor e Roca Jack,ideais para esquiadores e snowboardes que querem curtir esses esportes em toda a sua emoção.No living,pode se jogar cartas ou simplesmente se aquecer junto á lareira.O terraço do segundo andar é uma boa para se esquentar naturalmente ao sol e, de quebra contemplar a lagoa cercada de neve.Sem falar das aulas de ioga e de modalidades de academia ,da piscina e jacuzzi aquecidas, que funcionam ao ar livre, do cinema, do bar com musica ao vivo todas as noites,da discoteca que funciona até altas horas... Para os pequenos há ,além de atividades monitoradas,o Kid’s Camp,que oferecem aulas de esqui para crianças de 4 a 6 anos – a partir de 7 anos ,a garotada já pode se integrar as aulas em grupos comuns.


29. A cidade das 1001 atividades ao ar livre: emoldurada majestosamente pelo Vulcão Villarica, que se ergue a 1.874 metros de altitude e pelo Lago Calafquén,Pucón faz a alegria dos turistas tanto no verão como no inverno.Nos meses quentes,os aventureiros podem encarar uma escalada até a cratera do Vilarrica, o que exige bom preparo físico ; fazer um rafting no Rio Trancura; praticar caiaque e windurfe ou simplesmente passear de barco no Lago Calafquén;andar a cavalo no bosque e trekkings no Parque Nacional Huerquerhue;entre as outras atividades.Já no inverno,as encostas do Villarrica viram um point para os amantes dos esportes de inverno,além de propiciar o clima perfeito para aproveitar as águas termais de origem vulcânica,que abastecem piscinas como as encontradas no cinco estrelas Villarrica Park. O hotel,cercado por uma floresta e com vista para o vulcão,está entre os recomendados na América do Sul pelo guia Conde Nast Johansens,uma das bíblias da hotelaria de luxo.


30. Região dos Lagos e Vulcões: o nome da região está relacionado com os 120 lagos e as centenas de vulcões que dominam esse pedaço do Sul do Chile. Para quem chega de avião, o ponto de partida é Puerto Montt,capital da 10º Região. Mas é na charmosa Puerto Varas,a menos de 20km dali,onde o espetáculo fica realmente bom. Seja do calçadão da cidade ou do quarto de hotéis como o Cabanas Del Lago,é fascinante o visual que se tem do Lago Llanquihue, com 870km quadrados de extensão, e do imponente e sempre presente Vulcão Osorno, a 2.652 metros de altitude e que até teve erupções assistidas, no século 19,pelo criador da teoria da evolução das espécies , Charles Darwin.


31. Mais lagos e vulcões imperdíveis: o Osorno é o vulcão mais famoso conta até com uma estação de esqui com 12 km de pistas para todos os níveis de dificuldade, mas é possível contemplar vários outros vulcões e formações rochosas durante o passeio, como o Vulcão Cabuco e o Cerro Tronador, um gigante a 3460 metros do nível do mar e já do lado argentino desse circuito turístico.Quantos aos lagos,também se destaca o Puyehué,farto de salmão (o que o faz ser muito procurado pelos adeptos da pesca esportiva) e em cujas margens existem piscinas de água quentes, que podem ser aproveitadas em hotéis como o Thermas de Puyehué.


32. Saltos do Rio Petrohue: esses saltos, na área do Parque Nacional Vicente Perez Rosales,são seqüências de quedas d’água ocasionadas pelos desníveis no leito do rio,formando cascatas que se esparramam por entre as rochas vulcânicas.As quedas não são lá muito altas,mas juntando-se ao verde de vegetação,ao azul do céu e á neve eterna que repousa no alto das montanhas ao redor,o visual é de cair o queixo.


33.Cidadezinhas de colonização alemã: muitas das graciosas e pequenas cidades que compõem a Região dos Lagos e Vulcões foram colonizadas por alemães .Entre elas estão Puerto Octay e Frutillar, com uma seqüência de casas e lojinhas como as encontradas no interior do país de Goethe, sem falar das boas docerias que vendem delicias alemães como cucas e tortas de maçã e do apreço pela musica clássica. Em Frutillar,mais um vilarejo ladeado pelo Lago Llanquihue,há mais ainda um museu para os visitantes conferirem como era a vida dos primeiros imigrantes que se mudaram para esse pedaço do Chile.


34. Requinte e exclusividade nas águas de Puerto Montt: essa é a proposta do Nomads of the Seas (nomadsoftheseas.com),um navio luxuosíssimo ,para apenas 28 pessoas, que sai de Puerto Montt e ,ao longo de uma semana ,oferece atividades diferenciadas para seus hóspedes. Além de canoagem, rafting,cavalgadas e trilhas,é possível sobrevoar os glaciares de helicóptero ,fechar uma pacote para pesca com mosca,ir de lancha(ou outra embarcação apropriada)a lugares pouco acessíveis e praticar heliski, o esqui em áreas montanhosas inexploradas,alcançadas apenas por helicóptero . A bordo, o Nomads que tem saídas semanais até abril oferece sistema all inclusive de refeições,degustações ,palestras e transfers de ida e volta entre local onde o viajante estiver,em Puerto Montt,e o navio.


35. Travessia dos Lagos Andinos: tem inicio no Lago de Todos os Santos ( ou Esmeralda, por causa do tom esverdeado das águas )essa viagem que mescla trechos de catamarã e por terra e que ,ate´ a Argentina , exibem paisagens que certamente estão entre as mais majetosas da América do Sul. Além dos lagos e vulcões, o roteiro descortina bosques, rios e montanhas nevadas, como o imponente Cerro Tronador,que faz a ligação de três lagos, o de Todos os Santos ,o Frias,e o Nahuel Huapi.Esse ultimo circunda,com capricho a cidade de Bariloche,já no lado argentino do roteiro. No inverno,quando os dias são mais curtos,a travessia é realizada em dois dias. No verão, o passeio começa logo cedo e termina no momento certo: ao pôr do sol, garantindo um visual incrível do Lago Nahuel Huapi.


36. Ilha do Chiloé: além da travessia dos Lagos Andinos, há uma outra opção “aquática” para explorar os arredores de Puerto Montt e Puerto Varas. No povoado de Pargua,pode se pegar uma balsa parai lha de Chilloé, que, descoberta no século 16 pelos espanhóis (antes, já era habitada pelos índios mapuches) e dominada por bosques fechados e arvores altíssimas, aina parece estar, em alguns aspectos ,com naquela época.Alem do artesanato mapuche destaque para ostapetes e cobertores de lã feitos a mão e das muitas lendas contadas pelos nativos, chamam a atenção as casas coloridas erguidas sobre palafitas, num conjunto arquitetônico datado principalmente do século 19 e que é considerado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade.


37. Reserva Florestal Huilo Huilo:pouca gente ouviu falar de Huilo Huilo.È uma reserva particular com vários lagos cristalinos,cachoeiras,vulcões e até uma estação de esqui aberta ao ano todo,no sul do Chile a 140 km de Validivia ,que por sua vez , esta a uma hora de Temuco,onde chegam aos vôos de Santiago.No entanto, a recente abertura de um inusitado hotel,inspirado no conto do baobá do livro O Pequeno Príncipe ,pode ajudar esse belo recanto chileno a cair nas graças dos brasileiros.Trata- se do Hotel Baobá,dono de um projeto arrojado, em forma de cone invertido,em que a base da construção é mais estreitado que a parte de cima. No interior os detalhes também são diferenciados: troncos inteiros fazem às vezes colunas de sustentação e galhos e arvores servem de corrimãos, enquanto a arquitetura interna segue a forma de espiral, com uma passarela que leva aos andares de apartamentos e a um terraço com vista deslumbrante dos picos nevados. Para ocupar o dia, o Baobá oferece trilhas até as cachoeiras, subida do topo do Vulcão Mocho, visitas ao centro de esqui e canopy,seqüências de tirolesas entre as copas das arvores e em alta velocidade.


38.Punta Arenas: a Capital da Província de Magallanes também é a cidade mais austral do Chile. Se até por volta de 1914 Punta Arenas era um importante centro comercial, já que seu porto unia os oceanos Atlântico e Pacifico pelo Estreito de Magalhães função que posteriormente coube ao Canal do Panamá, que passou a fazer essa ligação pelo Hemisfério Norte, hoje a cidade tem grande ligação com o turismo. È lá que chegam os vôos da LAN e da SKY provenientes de Santiago, a três horas de avião da cidade, meio mais utilizado por quem vai seguir pra Puerto Natales,base mais próxima da Parque Nacional Torres Del Paine e a cerca de 250 km dali.
Também é em Punta o ponto de partida para passeios que exploram o Estreito de Magalhães (a passagem de um oceano para outro descoberta no século 16 por Fernão de Magalhães),bem como de cruzeiros que rumam á Terra do Fogo , na Patagônia Argentina,e para a Antártica.


39. Patagônia Chilena: ocupando um terço dos territórios de Chile e Argentina, a Patagônia que vai do Rio Colorado, no limite norte, ao Cabo Horn,no extremo sul do continente é mais um “senhor” circuito turístico que os dois paises dividem.Tanto de um lado como de outro ,há atrações de encher os olhos,capazes de satisfazer”exploradores” de todas as estirpes.Assim, quem busca aventura na Patagônia Chilena pode se embrenhar nas trilhas do Parque Nacional Torres Del Paine,que podem durar um dia ou bem mais que isso.Também não faltam cavalgadas e passeios de caiaque .Nem tours de carro para facilitar a chegada a alguns mirantes,que propiciam grandes momentos de contemplação e facilitam a vida de quem não é afeito ás descargas de adrenalina.E para repor as energias depois dos passeios ,a dica é seguir para alguma estância (fazenda) e se deliciar com o assado patagônico , o churrasco local.


40.Parque Nacional Torres del Paine: geleiras,fiordes,lagos.bosques de lengas (carvalho) e extensos trechos de pampa ,além de animais como ñandus(que lembram avestruzes,mas são menores),guanacos(parente da Ilhama)e a raposa patagônica são as grandes estrelas desse parque ,acessado a partir de Puerto Natales, a menos de três horas de carro de Punta Arenas,a cidade mais austral do Chile. O nome da reserva homenageia o símbolo local, as Torres Del Paine,um maciço de 12 milhões de anos que pode ser meramente contemplado de vários pontos do parque ou vencido numa escalada ou trekking puxados, que chegam a exigir dias de caminhada e pernoite em refúgios ao longo no trajeto. O parque guarda ainda parte do Campo de Gelo Sul,o maior conjunto de geleiras do hemisfério depois da Antártica,num panorama insólito que pode ser conferido em passeios de catamarã ou a bordo de navios ou cruzeiros que avançam pelos canais da região.


41.Glaciar Grey: a Hosteria Lago Grey uma tranqüila pousada no parque Torres del Paine , a cerca de 2h30 de carro de Puerto Natales concentra o píer de onde parte o catamarã que deixa os turistas cara a cara com esse glaciar,parte do imenso Campo do Gelo Sul.Assim,depois de passar por fiordes e de desviar de blocos de gelo que se desprenderam,a embarcação para bem perto da geleira,que em cada parte apresenta altura,formato e até coloração diferentes entre si.Sem ninguém pedir,quase sempre o silencio invade o barco,num “feitiço” quebrado quando a tripulação serve copos de uísque com gelo de milhares de anos,retirados daagua na hora do passeio.


42. Fiordes patagonicos: como as geleiras e os lagos ,os fiordes golfos estreitos e profundos, entre montanhas muito altas são paisagens recorrentes no extremo sul do Chile .Assim é possível apreciá-los em muitos momentos,como nos passeios de catamarã que se dirigem aos glaciares,a exemplo do Grey,no campo do Gelo Sul,e do San Rafael,no Campo do Gelo Norte.Esses golfos também são companhia constante dos passageiros dos cruzeiros e são uns dos pontos altos da viagem a bordo no navio Skorpios III , que leva ao fiorde Calvo.Nesse tour,o navio é substituído por um catamarã quebra-gelo,que vai avançando pelo fiorde,ao longo do qual estão geleiras,blocos de gelo soltos até uma vegetação que vence o clima gélido e cresce bem verde.


43.Roteiros Incríveis a cavalo: empresa como Estância Travel (estanciatravel.com),de Puerto Natales,organizam roteiros no lombo de cavalos crioulos,que vão desde passeios contemplativos de duas horas de duração a expedições de dez dias.Para os montadores de primeira viagem,vale investir em tours mais leves,para não correr o risco de ter dores nas costas e nos quadris nos dias seguintes.Nesse caso,uma das opções é a cavalgada entre a Estância Puerto Consuelo,base da empresa,e a Caverna do Milodón,na área do Parque Torres del Paine. Na caverna,em 1895,foram encontrados os restos de um milodón,mamífero parecido com a preguiça gigante brasileira.Para representar o aspecto que o bicho devia ter,há uma escultura do animal na caverna,em tamanho natural.Para os cavaleiros de fato,há um pacote de nove dias que mescla cavalgada e trekking no parque, incluindo uma caminhada de sete horas que tem por objetivo chegar á base das torres del Paine.


44.Silencio a bordo de um caiaque: com 250 mil hectares de área só nos limites do Parque Torres de Paine ,espaço para curtir o silencio e desbravar recantos pouco explorados pelos turistas convencionais é o que não falta na Patagônia .Para deixar esse momento de contato consigo mesmo ainda mais especial,que tal apostar num passeio de caiaque? È o que propõe a agencia especializada em roteiros de caiaque Indômita (indomitapatagonia.com),de Puerto Nacionales,que oferece desde tour tranqüilos na região do Seno Ultima Esperanza,na baía que fica de frente para a cidade – e com algumas poucas horas de duração -, a expedições cheias de aventuras como quem leva aos fiordes e montanhas da região .Nesse caso,são sete dias de viagem,com varias horas diárias como remo em punho.A recompensa?Adentrar um canal que deixa o viajante de cara para a Glaciar Bernal,uma das cinco geleiras que descendem da Cordilheira Sarmiento.Ou chegar a uma caverna pouquíssimo vistada,com pinturas rupestres deixadas pelos indígenas da Patagônia.


45.Cruzeiros na Patagônia : com temporadas entre setembro e abril,quando não faz tanto frio na Patagônia, os cruzeiros são uma opção interessante para quem quer evitar os longos deslocamentos terrestres entre Puerto Natales (ou Punta Arenas,cidade mais austral do Chile) e as muitas atrações do pedaço,além de propiciarem aos turistas, todos os dias,acordar num lugar diferente.O grupo Skorpios (skorpios.cl) tem duas embarcações navegando exclusivamente no lago chileno da Patagônia.Entre elas está o Scorpios III,com capacidade para 125 pessoas e que parte de Puerto Natales rumo ao Campo de Gelo Sul.Entre as atrações do roteiro de cinco noites Pio XI, a caminhada (desengonçada) no glaciar Bernal e a visita a Puerto Éden,um longínquo povoado chileno onde vivem os últimos índios puros da etnia kawescar.A empresa Cruceros Australis(australis.com),por sua vez, conta com dois navios na região: Mare Australis e Via Australis,que fazem cruzeiros de três noites (Ushuaia- Punta Arenas) e de quatro noites (de Punta Arenas,no Chile,para Ushuaia,na Patagônia Argentina), passando pelo estreito de Magalhães , Canal Beagle , Cabo Horn (último pedaço de terra antes da Antártica ),Ilhote Tucker e os glaciares Pia e Gunther Pluschow.


46.Luxo no “fim do mundo”: o Explora (explora.com) e o Remota (remota.cl) são dois hotéis mais bacanas da Patagônia Chilena. Super charmoso, o Explora fica dentro do parque Torres del Paine ,de forma que o hóspede pode ter,da janela do quarto,vista para o Maciço Paine ou para a Cachoeira Salto Chico. O Remota, em Puerto Natales,também tem instalações espaçosas- como se pode comprovar na sala de descanso e na sala de TV e, oferecer mimos como banheira no quarto,piscina coberta e aquecida e jacuzzi,além de valorizar a cultura patagônica .Assim,um dos passeios realizados pelo hotel é para uma estância,onde rola o assado patagonico,churrasco em que o cordeiro é assado por inteiro,em espetos fincdos no chão. O Índigo (indigopatagonia.com),também em Puerto Natales e que na arquitetura mescla elementos modernos com a rusticidade típica da região ,é outra aposta certeira em termos de hospedagem.São 29 quartos (todos com vista para um glaciar,montanha ou fiorde) e um ótimo restaurante,com uma carta de bebidas que inclui várias combinações de pisco souer,uma espécie de cachaça feita de uva.


47.Glaciar San Rafael: a famosa geleira, de 70 metros de altura e 45 km de largura,fica no Parque Nacional Laguna San Rafael,junto do isolado Campo do Gelo Norte. E bota isolado nisso,já que para chegar até ele,a partir do hotel Puyuhuapi Lodge & Spa,nas bordas da Baía Dorita,é preciso embarcar de Catamarã Patagônia Express que se navega por sete horas por entre canais e estreitos.È tempo pra chuchu,mas ninguém sente tédio diante dos fiordes das montanhas cobertas de neve e dos blocos de gelo que vão surgindo pelo caminho.No entanto,nada se compara ao visual do imenso glaciar,que, vez por outra,causa ainda mais impacto com grandes pedaços de gelo que dele se soltam, dando origem a um estrondo forte como a de um trovão,antes mesmo de alcançarem a água .


48. A exótica terra dos rapa nui: a cerca de 4 mil km de Santiago está a surpreendente Ilha de Páscoa – ou o Rapa Nui,com o território é chamado pelos nativos.Mas como esse povo de cultura,costumes e feições tão diferentes foi parar nesse ponto quase perdido no mapa que hoje pertence ao Chile? Conta a historia que os rapa nui eram exímios navegadores e teriam alcançado a região vinda de alguma ilha polinésia, como as Marquesas, em torno de 500 d.C.


49. Moais,muito mais que estátuas de pedra: estabelecidos na Ilha de Páscoa,os rapa nui passaram a esculpir os moais,estátuas feitas com pedra de origem vulcânica.Mas não se trata de qualquer estatua. São verdadeiros gigantes de pedra, que chegam a ter 21 metros de altura e 300 toneladas de peso. Por toda a ilha, são cerca de mil deles, que estão sempre voltados para o continente, simbolizando o cuidado de cada líder de clã para com o povo local. Os moais são tão importantes que um dos tours em Páscoa é a ida á “fabrica “ deles,Rano Raraku,um dos vulcões inativos que formaram a ilha e de onde a pedra a ser utilizada era retirada.


50.Carnaval á moda da Ilha de Páscoa : festa das boas na Ilha de Páscoa, o Tapati pode ser considerado uma espécie de carnaval local.No período em que é realizado a data varia,sendo que em 2009 o evento ocorreu entre 20 de janeiro e 12 de fevereiro, os rapanui organizam jogos e danças típicas,alem de usar vestimentas com motivos ancestrais.Se viajar na época da festa,atenção: o Tapati costuma coincidir com o período de alta temporada na ilha,com os hotéis ficando cheios,mesmo que os preços subam bastante.

50 dicas para ir à Buenos Aires

50 motivos para ir à Buenos Aires

Dos shows de tango ao bife de chorizo, selecionamos as melhores razões para você querer ir, ou voltar, à charmosa capital dos nossos hermanos.
Buenos Aires é uma cidade que sempre encanta. Tem ar cosmopolita, jeito de Europa, boa comida, ótimo vinho e uma vida noturna, tão interessantes quanto certas comprinhas na Calle Florida. Pode se visitada a todo o momento, não importa se é verão ou inverno. Os prazeres portenhos estão à espera 365 dias por ano. Difícil alguém voltar insatisfeito ou reclamando da terra de Evita Perón. Há muito o que ver- ou rever- na cidade: o calçadão de Puerto Madero, as coloridas viela do caminito, em La Boca , a feirinha de San Telmo, os jardins jardins da Ricoleta, os shows de tango...
E com o real a cada dia mais valorizado em relação ao peso, cada vez mais brasileiro estão cruzando a fronteira para curtir o país vizinho. Mas se o câmbio favorável para nosotros ainda for pouco para convencê-los a visitar a capital dos hermanos, selecionamos outros 49 argumentos para convencê-lo. Confira um por um.

1. Mais por menos – A Argentina está barata para o bolso dos brasileiros graças as real valorizado. Os preços no país vizinho até se equivalem com os do Brasil. A diária num hotel cinco estrelas como Sheraton custa o equivalente a R$ 280 para o casal. Dá para esbaldar de comer numa boa churrascaria pagando R$ 30 para duas pessoas ou atravessar a cidade de táxi por R$ 15.00

2. Cabe num final de semana – Buenos Aires é a maior prova de que fazer uma viagem internacional deixou de ser algo super planejado, que demanda meses de economia e grandes preparativos. São apenas três horas de vôo de São Paulo ou Rio. Não precisa calcular fuso horário, pois é o mesmo daqui. Um final de semana prolongado dá tempo para ver, ou rever muita coisa. A Monark (www.monark.tur.br) oferece diversas opções de pacotes curtos de quatro dias (Três noites) de duração por preços a partir de R$ 1000 por pessoa, com hospedagem e passagem aérea.

3. A cidade esbanja Charme – Buenos Aires se orgulha de ser a mais européia da América do sul. As avenidas largas e arborizadas as construções imponentes, as muitas praças, tudo faz lembrar o Velho Continente. Até os hábitos do portenho que gosta de freqüentar cafés, beber muito vinho e praticar esportes de elite como golfe, pólo e tênis. Com a vantagem de que Buenos Aires fica pertinho.

4. Passear no centro – Não há forma melhor de conhecer o centro histórico da capital argentina do que caminhando. As ruas são planas e tudo fica mais ou menos perto. Numa única tarde dá para circular pela Calle Flórida, o principal calçadão de compras da cidade; pela Plaza de Mayo, onde fica a Casa Rosada, sede do governo federal; pela Avenida de Mayo, endereço do célebre Café Tortoni; e pela Avenida 9 de Julio que os argentinos adoram repetir que é a mais larga do mundo. Pode ser. São 170 passos para atravessá-la e o farol sempre abre no meio do caminho.

5. Ver o Obelisco – É o cartão postal mais conhecido da cidade e fica na avenida 9 de Julio. O monumento tem 68 metros de altura e foi construído em 1936 em homenagem ao quarto centenário de Buenos Aires.

6. Puerto Madero – O bairro foi todo reformado em 1989 para transformar o aspecto portuário e decadente do lugar. Virou um centro comercial, residencial e gastronômico. Às margens de quatro diques e ao longo de um calçadão há uma infinidade de bons restaurantes, o churrasco é a opção principal na maioria deles. Há até um cassino instalado em um navio permanentemente ancorado, uma artimanha para burlar a lei argentina que proíbe o jogo no país.

7. Metrô Centenário - Os táxis em Buenos Aires são tão baratos que nem vale a pena andar de ônibus ou metrô, embora tanto num caso quanto no outro a experiência não deixe de ser interessante. Algumas linhas do metrô, ou “Subte”, como eles chamam, são de 1913. Há até trens de madeira, que parecem ser daquela época. E os ônibus, ou “coletivos” tem modernas máquinas no lugar do cobrador e o bilhete dá direito a um jornalzinho com as notícias do dia.

8. Teatros na Corrientes – essa avenida, no centro, é famosa por ser a via principal dos teatros da cidade. Assistir a uma peça, se você tiver domínio espanhol, pode ser uma ótima maneira de começar noite.

9. A Galeria Bond Street – É um point de alternativos, onde convivem punks, góticos, skatistas e tatuadores. O lugar tem lojas bastante originais, como a Rayo Rojo, de revistas em quadrinhos e a Unmo, especializada em jeans. Fica na Avenida Santa Fé, 1.670.

10. Livraria El Ateneo – Os argentinos brincam que só em Buenos Aires tem mais livrarias do que no Brasil inteiro. Talvez... Mas de uma coisa eles tem razão. A livraria El Ateneo é a mais bela de todas. Foi montada dentro de um antigo teatro. E tudo foi muito bem preservado, inclusive o palco que virou um agradável café. Vá, nem que seja só para olhar. Também na Avenida Santa Fé, 1.860.

11. Visita guiada ao Teatro Colón – O palco das principais apresentações de teatro e ópera da Argentina, inaugurado em 1980, é o maior monumento cultural de Buenos Aires. A arquitetura interna é impressionante, em estilo barroco francês, com sete andares e camarotes. Há visitas guiadas de hora em hora durante toda semana. Mas nada se compara a assistir a um espetáculo lá dentro. A temporada de espetáculos no Colón, que fica na Avenida Libertad, 621, vai de Março a Dezembro.

12. A Praça da Recoleta – A Recoleta é um dos bairros mais agradáveis de Buenos Aires Cresceu rodeada de luxo e ainda preserva alguns palácios construídos em estilo francês, do final do século 19. Em sua praça principal, aos sábados e domingos grupos de jovens se esparramam pelo gramado, dividindo um Mate ou uma garrafa de vinho, enquanto os turistas caminham diante da feirinha de artesanato, outro passeio clássico dos finais de semanas portenhos. Para beber ou comer algo, ocupe uma mesa do La Biela , agradável café com mesas na calçada bem de frente à praça.

13. Visitar o túmulo de Evita Perón – Parece estranho e mórbido, mas um dos principais pontos turísticos de Buenos Aires é o cemitério da Recoleta. Quase todo mundo vai. O local é tão popular que existe até visitas guiadas por suas alamedas. Inaugurado em 1822, lá estão o túmulo dos principais nomes da história Argentina como o ex-presidente da república, heróis de guerra e artistas. O mais visitado é o de Evita Perón. Logo na entrada o visitante ganha um mapa com indicação do túmulo de 80 personalidades.

14. Cafés Clássicos – Nada representa melhor a alma portenha do que o hábito de freqüentar os cafés. No centro, há um a cada esquina, com charmosas fachadas de vidro e madeira. O mais famoso da cidade é o café Tortoni (Avenida de Mayo, 825), Aberto desde 1858. Nem pense em não ir sentar-se para um longo café, sem hora para acabar, é o passatempo típico e mais econômico de Buenos Aires. Outros Clássicos: Café Plaza Dorrego (Defesensa, 1.098, San Telmo); Lãs violetas (Rivadavia, 3899, Almagro); e Bar Sur ( Estados Unidos, 299, San Telmo).

15. Museu Nacional de Belas Artes - Com mais de 10 mil obras de artistas argentinos e estrangeiros, museu é uma verdadeira aula de história e arte. Tem grande quantidade de obras impressionistas, além de quadros de pintores clássicos como Goya, El Greco, Ticiano e Picasso. Fica na avenida del Libertador, Recoleta

16. Malba – O Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires abriga dos principais pintores e escultores latino americanos. Estão lá quadros de Botero, Fridha Kalo e até o famoso Abapuru, da brasileira Tarsila do Amaral. Se quiser se aprofundar, o museu tem uma intensa atividade cultural com a exibição de filmes, documentários e conferências. Fica na Avenida Figueroa Alcorta, 3.415, Palermo.

17. Aprender a Dançar Tango – Quem quiser arriscar passo de tango, pode tomar aulas de duas horas, em todos os níveis, no estúdio La Esquina ( Sarmiento, 722, 4°andar), com professores de primeiro nível e bem pacientes.A Confeitaria Ideal (Suipacha, 384, Centro) oferece aulas a tarde para turistas que não sabem nada de tango. Para quem pensa em algo mais avançado, a Mora Godoy Tango Escuela (moragodoy.com) pode ser a opção.

18. Show de tango – Quase impossível passar por Buenos Aires sem ter contato com o tango. As apresentações acontecem no meio da rua mesmo, no Caminito ou na feirinha de domingo, em San Telmo. Mas a melhor forma de vivenciar o ritmo de Carlos Gardel é ir a uma das muitas casas de show espalhadas pela cidade. A mais conhecida é o El Viejo Almacén (Avenida Independência, 300), em San Telmo. Já o El Querandi (Peru, 302, Montserrat) tem ambiente requintado, enquanto o Bar Sur (Estados Unidos, 299, em San Telmo ), é mais intimista e tido como um típico representante da alma do tango.

19. Milonga, o tango da vida real – As milongas são bares onde o os argentinos dançam tango. Sem duvida, uma forma bem mais pitoresca de curtir uma balada sem ir a uma discoteca. Os milongueros podem ser vistos em La Viruta (Armênia, 1.366, Palermo Viejo) ou no Nuevo Salón La Argentina (bartolomé Mitre, 1759).

20. Domingo em San Telmo – É quando rola a feira de antiguidades na Plaza Dorrego, em San Telmo. Nesse dia, barraquinhas de objetos antigos, artistas e muitos turistas lotam as ruas e transformam esse bairro histórico numa espécie de mercado livre. Os barzinhos e os restaurantes em torno da praça lotam e suas ruas ficam bastante animadas com orquestras e dançarinos de tango. A feira só termina no final da tarde. Assim, há tempo de sobra para caminhar e conhecer o bairro que já foi o principal da elite portenha, até que uma epidemia de febre amarela fez as famílias mais ricas mudarem para a Recoleta. Algumas mansões viraram cortiços e outras, galerias de arte ou casa de tango. Para almoçar, vá ao Pappa Deus. (Pasaje Bethlem, 423) ou As taberna Baska (Chile, 980).

21. Comprar antiguidades – San Telmo Concentra quase todas as lojas de antiguidades de Buenos Aires. Para evitar os preços altos da feirinha da Plaza Dorrego, vá a Calle Defensa nessa rua. Dois bons endereços de compras: Pasaje de la Defensa (no número 1.179) e o mercado de San Telmo (no número 961).

22. Giro por La Boca – É o bairro mais singular de Buenos Aires. Construída por estivadores em volta do que foi o primeiro porto da cidade, La Boca tem como marca as casas coloridas do Caminito, uma pequena rua que ficou famosa por causa de um tango e que, hoje, é ponto turístico. Há várias lojas de artesanato, exposição de quadros e casais dançando tango na rua. Algumas quadras dali fica o La Bombonera , do Boca Juniors, aberto a visitações. Para comer vá ao La Perla (Dom Pedro de Mendoza , 1.899), um curioso restaurante café com paredes forradas com pinturas de artistas-clientes.

23. Ir um jogo do Boca ou do River – Os Argentinos são tão (ou talvez mais) apaixonados por futebol quantos os brasileiros. Eles adoram conversar sobre o assunto e até cultuam uma sincera admiração por craques da seleção canarinho. O único problema é que eles acreditam que Maradona foi melhor do que o Pelé. Assistir uma partida nos lendários estádios de La Bombonera , o
“alçapão” do Boca Juniors, ou no Monumental de Nunez, do River Plate, é uma experiência e tanto para quem gosta de Futebol. A agência Gofootball organiza saídas com turistas para ver os jogos, com traslados de microônibus desde o hotel e acompanhamento de guia.

24. Bar Locos por el Fútbol – Os homens adoram, as mulheres (nem todas, é verdade) torcem o nariz para esse imenso bar temático com telões que exibem jogos de futebol 24 horas. Para quem gosta de futebol, vale a visita. Fica na esquina da Vicente com Uriburu, Recoleta.

25. Os bosques de Palermo – Faça como portenhos e passe uma manhã andando pelos parques de Palermo, o bairro mais verde de Buenos Aires. Lá estão o bem cuidado Jardim Botânico da cidade; o Jardim Japonês, com cascatas artificiais e pontezinhas sobre os lagos cheios de carpas; o zôo municipal, que é bem interessante é o Planetário Galileu Galilei. Os dois últimos são programas ótimos para fazer com crianças ( ou para se sentir criança, o que pode ser legal).

26. Caminhos em Palermo Viejo – O bairro se tornou o principal pólo da moda e da decoração da cidade com muitas lojas especializadas. Um bom passeio começa na Plaza Cortázar e segue até a Plaza Palermo Viejo, passando pela Calle Honduras você pode visitar a Miles, a mais eclética rede de lojas de CDs e DVDs de Buenos Aires e com preços bem convidativos.

27. Os Bares de Palermo Viejo – A noite fica agitada nos bares ao redor da Praça Cortazar. As mesas mais disputadas são as do Utopia, um pouco escondida entre as copas das árvores. Vale também: Olsen (Gorriti, 5.870), que tem mais de 60 tipos e bebidas, o Diamante (Malabia, 1.688) ou La Central (Costa Rica, 5.644).

28. Hipódromo – inaugurado em 1876, com bela arquitetura em estilo francês, Hipódromo Argentino de Palermo é o maior templo das corridas de cavalos do país. Conta com uma pista de 2.400 metros , considerada uma das melhores do mundo mais informações: palermo.com.ar .

29. No Ritmo dos DJs – Atualmente, Buenos Aires é o mais destino clubber da América Latina. Os principais clubes estão localizados entre a região central e a Costenera Norte, nas margens do rio. A balada, porém, começa tarde da noite, só depois das 2h. Os mais famosos, como o Mint (Avenida Costanera Rafael Obligado y Sarmiento; mint-argentina.com.ar) e Big one (Adolfo Alsina 940, Monserrat; palaciobuenosaires.com) fervem até quase a hora do almoço do dia seguinte. Já no Caix (Avenida Rafael Obligado y Salguero, Costanera Norte), o movimento começa as 9 h e segue até que os DJs tirem seu headphone, lá pelas 15 h.

30. Shopping de decoração – Quer levar alguma coisa para incrementar a casa? O Shopping Buenos Aires Design, na Recoleta. Tem 2 andares com mais 60 lojas abarrotadas de moveis e de varias peças de decoração de vários estilos. Os preços são atraentes. Fica na Avenida Pueyrredón, 2.501.

31. Estilistas em bares – Na Plaza Serrano, em Palermo Soho , jovens estilistas portenhos vendem suas criações dentro dos bares e restaurantes, como Macondo. São roupas de cortes modernos, exclusivas e com preços mais baratos do que nas lojas.

32. Compras na Calle Florida – Não percas a chance comprar DVDs e CDs principalmente importados, roupas e produtos de couro (sapatos e bolsas) na cidade. As ruas mais conhecidas para fazer compra estão no calçadão da Calle Florida e na Avenida Santa Fé. Há desde lojas de Grifes internacionais a outras com preços mais em conta.

33. Galerias Pacífico – o charmoso Shopping que funciona num prédio histórico construído em 1889, É a principal atração da Calle Florida, (735, esquina com a Córdoba), bem no centro. Tem várias lojas de grifes internacionais e abriga também o centro cultural Jorge Luís Borges, em homenagem ao maior escritor argentino de todos os tempos. Se você quiser nem precisa comprar nada. Só a beleza do prédio, com afrescos no teto e abóbadas de vidro, compensa a visita. O único concorrente à altura das galerias é o pátio Bullrich (Avenida Del Libertador, 740, Recoleta), considerado o mais sofisticado da cidade. Mesmo assim, oferece oportunidades de compras sem esfolar o bolso, como na Casa Lopez, com 40 anos de tradição, especializada em produtos de couro com acabamento bem superior à média.

34. Os Outlets da Avenida Córdoba – Nesta Avenida de Palermo Viejo, a partir do número 4.000, estão outlets da Nike, Adidas, Levis e de outras marcas famosas. Nem o mais muquirana dos turistas consegue sair deles sem encher as sacolas.

35. Passeio pela Alvear – É a Avenida mais chique da Recoleta, com palacetes remanescentes dos áureos tempos da aristocracia portenha do século 19, além das muitas lojas de grife como Hermes (1.981), Zegna (1.920), Versace (1.901), Pólo Ralph Lauren (1.780), Louis Vuitton (1.750) e Kenzo (1.551).

36. Comprar bons vinhos – Em qualquer supermercado há uma boa oferta de vinhos com preços baixos. Para algo mais selecionado, porém, vá a uma das lojas da rede Winery espalhadas pela cidade. Os melhores vinhos argentinos são de uva malbec, produzido em Mendoza. Vale investir em garrafas que tragam o rotulo de bodegas como Catena, Zapata, Famiglia Zuccardi, Luigi Bosca, Salentein, Ruttini e Doña Paula. Em Puerto Madero , há uma loja Winery na Juan Manso, 835.

37. Comer uma boa carne – Esse é um dos grandes prazeres de Buenos Aires. A carne argentina é macia e deliciosa, Não seria exagero algum viajar para lá só para comer um bife de chorizo ou um assado de tira. E sem gastar fortunas por isso. Mesmo no badalado Cabanas Las Lilas, em Porto Madero um casal Paga muito mais de 100 pesos (Cerca de R$ 70) pela refeição. Outra opção com preço mais em conta – e igualmente de boa qualidade – é o Siga La Vaca , também em Puerto Madero , uma espécie de rodízio que o cliente se serve diretamente na churrasqueira. O valor da entrada, carnes sobremesa não passa de 40 pesos (R$25) por pessoa. Mas nem precisa rodar muito para encontrar churrascarias ainda mais econômicas em vários pontos da cidade, com cardápio do dia a partir de 12 pesos (R$ 7).

38. Degustar um bom vinho – Quem procura um Lugar com uma boa carta de vinhos para degustação vai gostar muito do Casa Cruz. No ambiente elegante do restaurante, chama a atenção a imponente estante do chão ao teto que serve de vitrine para garrafas das melhores vinícolas argentinas. Difícil será escolher entre tantas boas opções, mas um sommelier está ali para isso. Fica na Uriarte, 1.658, Palermo.

39. As massas italianas – Buenos Aires tem a terceira maior colônia italiana do mundo e isso se traduz em massas tão boas quanto às carnes, para alívio dos vegetarianos. Anote aí alguns endereços: Broccolino (Esmeralda, 776, Retiro), La Stampa (Migueletes, 880, 1° Piso, La Imprenta ), La Patrolaccia (Avenida Alicia moreau de Justo, 1.052, Puerto Madero; na Riobama, 1.046, Recoleta) e o filo (San Martín, 975, Retiro).

40. As empanadas do san Juanito – Os portenhos adoram e compram aos montes. Faça como eles. Fica na Calle Libertad, 1.515, Recoleta.

41. O Alfajor Havanna – os parentes pedem, os amigos exigem. E brasileiro retorna da Argentina carregado de sacolas cheias de caixas do famoso Alfajor Havanna. Virou uma tradição. Não à toa, a guloseima e ótima e baratíssima. Tudo bem que em São Paulo (SP) já existem várias lojas e quiosques Havanna nos shoppings, mas o preço é o dobro de Buenos Aires.

42. Sorvete – O sorvete está para a Argentina assim como o chocolate está para a Suíça. As sorveterias da rede Freddo e Persicco, que estão por toda parte da cidade, tornaram-se até redutos de jovens e moderninhos em finais de noite. O motivo deve ser a qualidade do sorvete, realmente delicioso, especialmente o de doce de leite. Esqueça o regime e não deixe de provar.

43. Chá da tarde do Hotel Alvear – O Alvear Palace é um luxuoso hotel palácio com 200 quartos que funciona desde 1932 na Recoleta. Em seu restaurante, o L´Orangerie, é servido, a partir das 17h, um famoso chá da tarde, com direitos a garçons de luvas brancas, pratarias e quitutes preparados artesanalmente na cozinha do hotel. Fica na Avenida Alvear, 1.891.

44. Hospedar-se no Hotel Faena – Cortinas vermelhas, portas de até dez metros de altura, paredes de vidro, restaurantes decorados com cabeças de unicórnio... O badalado hotel projetado pele designer Philippe Stark, foi inaugurado em 2006 no bairro de Puerto Madero e mantém-se como a grande sensação entre as novas hospedagens de Buenos Aires. Diárias a partir de UU$ 510. Para mais informações, acesse monark.tur.br.

45. Feira de Mataderos – pouca gente conhece o bairro de Mataderos, extremo oeste de Buenos Aires. Afinal é longe e em uma região pouco atraente. Mas existe um motivo para ir até lá: a Feira de Matadeiros, que ocorre aos domingos. O evento é um resgate à cultura dos gaúchos portenhos, com, inclusive, gente vestida de bombachas e chimarrão na mão. Bandas folclóricas se apresentam em um pequeno palco e o publico dança a chacarera. É um bom lugar para comprar artesanato argentino por preços bem mais em conta.

46. Zôo bem diferente – Temaikén, no município vizinho de Escobar, a 50 km de Buenos Aires, é um programa ideal para quem viaja com as crianças. Destaque para o aquário com passagem de teto transparente embaixo de água de forma que grandes tubarões e arraias passam deslizando acima da cabeça do visitantes.

47. Jogar golfe – A Argentina tem uma longa tradição no golfe. Foi o primeiro país da América Latina a praticar o esporte, introduzido no pais no final do século 19. Só em Buenos Aires e arredores existem cerca de dez campos de golfe de alto nível. É o caso do Jockey Club (jockeyclub.com.ar), em San Isidro construído em 1920 e palco de grandes circuitos profissionais.

48. Pegar o trem para El Tigre – Um Passeio bacana é embarcar no Trem de La Costa até a cidade vizinha de El Tigre, na Grande Buenos Aires. No caminho, pela janela do vagão já em El Tigre , partem barcos que fazem cruzeiros pelo labirinto de ilhas do delta Rio Tigre.

49. Ver um jogo de Rugbi – O Rugbi é quase tão popular quanto o futebol entre os argentinos. Que estão entre os melhores do mundo no esporte. Para assistir a um jogo do Club Atlético San Isidro (casi.org. Ar) ou do San Isidro Club, os clubes locais, veja a programação dos campeonatos nos sites.

50. O barco para Montevidéu – Quem vai a Buenos Aires pode aproveitar para conhecer também Montevidéu. A capital do Uruguai fica na outra margem do Rio da Prata, que, de tão largo até parece mar. A travessia leva 2h30 nos barcos catamarãs da empresa Buquebus, que saem todos os dias. Preços a partir de US$ 179 por pessoa , ida e volta.

quinta-feira, 18 de março de 2010


Dicas Monark sobre Califórnia

Vistos
Os brasileiros precisam obter um visto antes de viajar para os Estados Unidos. Para obter mais informações sobre os requisitos para viajar para os Estados Unidos, visite a web site de viagens do Departamento de Estado americano e o web site da Alfândega e Proteção de Fronteiras americana (CBP). Para obter mais informações sobre a política de vistos americana, veja UnitedStatesVisas.gov ou o web site da Embaixada americana em. Também consulte a Monark Turismo que pode ajudar na obtenção do visto. 
Formulários da alfândega
Ao entrar nos Estados Unidos por ar ou mar, você precisa preencher um Formulário de Declaração de Proteção de Fronteira e Alfândega (CBP Declaration Form 6059B). Se estiver entrando nos Estados Unidos por terra, a sua declaração será feita verbalmente na fronteira. Se estiver voando, os comissários distribuirão os formulários durante o vôo ou você poderá obtê-los quando chegar aos Estados Unidos. Se não tiver certeza se deve declarar algo ou não, declare-o. Tecnicamente, os visitantes podem trazer até US$ 800 em artigos isentos de impostos, desde que sejam para uso pessoal e não para venda ou distribuição pública. Artigos eletrônicos como laptops, câmeras e telefones celulares são permitidos, desde que sejam somente para uso pessoal. Você pode trazer para os Estados Unidos, sem impostos, 1 litro de bebida alcoólica, 200 cigarros e 100 charutos. Charutos cubanos não são permitidos nos Estados Unidos. Se estiver trazendo remédios vendidos com receita médica, não deixe de trazê-los nas embalagens originais. Você pode entrar com certos queijos (mas declare-os, por segurança), a maior parte dos artigos de panificação, vinagres, óleos, condimentos embalados, chás, mel e café. Os seguintes artigos, que você precisa declarar quando entrar nos EUA (em outras palavras, deixe-os em casa a menos que tenha uma licença ou permissão), são restritos ou proibidos: 
Absinto
Objetos para consumo de drogas
Armas de fogo
A maioria dos produtos de carne (adequadamente embalados e/ou peixe congelado são geralmente permitidos)
Arroz
Frutas e vegetais
Drogas e medicamentos contendo narcóticos ou considerados como tendo potencial para dependência podem ser restritos (traga uma prova de compra e uma receita do seu médico, se precisar trazê-los)
Quaisquer artigos para venda ou distribuição pública 
Processo de visto americano
Como ocorre com quase todos os cidadãos não-americanos que entram no país, os brasileiros estão sujeitos aos procedimentos de entrada biométrica do US-VISIT. Basicamente, isto significa que os agentes da imigração podem escanear digitalmente suas impressões digitais e tirar uma foto digital sua quando você entrar nos Estados Unidos. Os procedimentos de saída do US-VISIT estão passando por um teste-piloto no Aeroporto Internacional de São Francisco e no Aeroporto de Long Beach (próximo a Los Angeles). Nestes dois aeroportos, os procedimentos de saída são praticamente idênticos aos procedimentos de entrada: você terá suas impressões digitais digitalmente escaneadas e será fotografado. Em outros aeroportos, as impressões digitais e as fotografias não serão feitas na saída. 
Seguro 
Seguro de viagem
As leis americanas e da Califórnia não exigem que os visitantes tenham um seguro de viagem. Entretanto, é bom comprar um seguro de viagem antes de viajar, para o caso de roubo, doença ou emergência enquanto estiver viajando.

Seguro saúdeComo em todos os Estados Unidos, a assistência médica é cara na Califórnia; certifique-se de ter um seguro saúde abrangente ou uma assistência médica que cubra você enquanto estiver no exterior e esteja certo de que o seu plano pagará o prestador de serviços de saúde imediatamente. Apesar de os hospitais serem necessários para cuidar de emergências reais, a maioria deles exige pagamento imediato, especialmente se você solicitar quaisquer serviços que não sejam considerados emergência. 
Regulamentos de saúde
Nenhuma imunização é necessária para entrar nos Estados Unidos, embora seja uma boa idéia estar em dia com as suas vacinas contra a poliomielite e tétano antes de viajar para qualquer lugar. 
Moeda
Dinheiro
Um dólar americano é composto de 100 cents (¢). Os cents vêm em moedas de 1¢ (chamada de penny), 5¢ (nickel), 10¢ (dime), 25¢ (quarter) e 50¢ (chamada de half-dollar ou fifty-cent piece). Há duas moedas de US$ 1 (a menor, cor de cobre, ‘Sacagawea', e a grande, prateada, ‘Susan B Anthony'), mas elas raramente são usadas. As notas de dólares são de US$ 1, US$ 5, US$ 10, US$ 20, US$ 50 e US$ 100. A nota de US$ 2 foi quase totalmente retirada de circulação, mas ainda é uma moeda legal. 
Câmbio
Os aeroportos de São Francisco, Los Angeles, San Jose e San Diego possuem escritórios de câmbio. A maioria dos principais bancos possui áreas de câmbio e trocam reais, mas é melhor comprar dólares americanos (em espécie ou cheques de viagem) antes de chegar. O câmbio de reais é quase impossível em cidades pequenas; portanto, sempre tenha dinheiro americano, cheques de viagem ou um cartão de crédito/débito à mão.
Caixas eletrônicos
O meio mais fácil e, muitas vezes, mais econômico para obter dinheiro em dólares americanos é sacando-o de um caixa eletrônico (ATM). Normalmente, até as menores cidades da Califórnia têm, pelo menos, um caixa eletrônico. Cirrus, Plus, Star e Maestro são as redes mais comumente aceitas e estão disponíveis em praticamente todos os caixas eletrônicos. A maioria dos caixas eletrônicos cobra uma taxa de serviço entre US$ 1 e US$ 2,50. O seu banco também pode cobrar uma taxa de serviço extra. Você pode ter problemas se o seu número de identificação pessoal (PIN) tiver mais de quatro dígitos. Se for o caso, entre em contato com o seu banco para criar um PIN menor.
Cartões de crédito
Visa, MasterCard e American Express são amplamente aceitos em toda a Califórnia. Cartões de crédito são quase que invariavelmente exigidos para aluguel ou reserva de praticamente tudo.
Cheques de viagem
Embora não sejam mais de uso tão comum como no passado, os cheques de viagem ainda são uma boa maneira de carregar grandes quantidades de dinheiro que podem ser substituídas em caso de perda ou roubo. Cheques pequenos (US$ 20 a US$ 50) são amplamente aceitos em toda a Califórnia e podem ser usados como dinheiro em muitos hotéis e restaurantes. Certifique-se que estejam em dólares americanos, a menos que planeje fazer o câmbio em moeda local, em um banco com uma área de câmbio. Os cheques de viagem da American Express e da Visa são as marcas de mais ampla aceitação.
Gorjetas
Acostume-se com as gorjetas. Nos restaurantes, a menos que você peça e pague no balcão, espera-se receber gorjeta. Quinze por cento do total antes do imposto é a norma, ainda que seja comum dar uma gorjeta de 18 a 20% por serviço excepcional. O restaurantes finos freqüentemente incluem uma taxa de serviço de 15% para grupos com seis pessoas ou mais, que substitui a gorjeta. Para o barman, dê gorjetas de US 50¢ e US$1 por bebida. Aos motoristas de táxi, dê gorjetas de US$ 1 a US$ 3 (a maioria das pessoas arredonda a conta para os US$ 5 mais próximos). Aos camareiros de hotel, dê gorjetas de US$ 1 a US$ 3 por mala e aos manobristas o mesmo quando trouxerem o carro de volta. 
Eletricidade
A corrente elétrica na Califórnia é 110 V, 60 Hz, CA. As tomadas podem ter dois pinos chatos (Tipo A) ou dois pinos chatos mais um pino redondo do terra (Tipo B). 
Regras para fumantes
É proibido fumar em todos os edifícios públicos (inclusive restaurantes, bares e cassinos) e espaços fechados em toda a Califórnia. É ilegal fumar a até seis metros de entradas ou janelas de edifícios governamentais. Os hotéis maiores projetaram quartos para fumantes; se você fuma, solicite um. A maioria dos hotéis multa os hóspedes que fumarem em um quarto para não fumantes. Muitas cidades da Califórnia, inclusive muitas cidades do Condado de San Diego, aprovaram leis que proíbem o fumo em todos os locais públicos. É ilegal fumar em certas praias no sul da Califórnia. Preste atenção nas placas. 
Regulamentos de direção
Os californianos dirigem do lado direito da rua. Por lei, todos em um veículo devem usar o cinto de segurança e os motociclistas precisam usar um capacete. Os limites de velocidade estão em milhas por hora (mph). Geralmente, o limite de velocidade nas rodovias com várias pistas ou nas interestaduais é de 65 mph. Em rodovias com duas pistas, a velocidade é geralmente 55 mph. O limite de velocidade nas ruas das cidades é geralmente 35 mph. Em áreas residenciais, próximas a escolas e em área com tráfego pesado de pedestres, o limite de velocidade é quase sempre de 25 mph. Ao longo das rodovias com tráfego pesado, pistas para pool de carros (ou “diamond lanes”) são identificadas com pequenos sinais branco e preto e por diamantes pintados na pista. Para dirigir um carro na pista para pool de carros você precisa, normalmente, ter duas pessoas no carro, incluindo o motorista. Algumas pistas para pool de carros na área da baía de São Francisco exigem três pessoas, incluindo o motorista. Os trevos são incomuns na Califórnia. A maioria dos cruzamentos é sinalizada por semáforos ou por sinais para parar. A menos que seja indicado de outro modo, é legal virar à direita em um farol vermelho após ter parado totalmente o carro. O Departamento de Veículos Motorizados (DMV) da Califórnia publica uma versão on-line de seu Manual do Motorista da Califórnia, que explica totalmente as regras de trânsito da Califórnia. 
Melhores épocas para viajar
A Califórnia é um destino de viagem para o ano todo, com um clima que agrada a todos, desde os que adoram neve aos que veneram o sol. Na verdade, a melhor época para a viagem depende do que você gosta de fazer e do que quer ver. A maioria das pessoas visita a Califórnia entre a metade de junho e agosto. No verão! O verão na Califórnia é inegavelmente maravilhoso, mas há algumas coisas a serem consideradas: as principais atrações do estado, como o Disneyland Park, o Disney's California Adventure Park e o Yosemite National Park ficam lotadas de visitantes pagando preços altos por acomodações e esperando em filas enormes nos locais mais populares. No entanto, nunca é difícil sair da multidão e ter bosques, campos e até mesmo praias só para você. Se estiver planejando uma visita ao topo de Sierra Nevada, você não tem escolha a não ser esperar até o verão: as estradas acima de 2.450 metros ficam freqüentemente fechadas até o final de junho ou o começo de julho. A primavera (março ao início de maio) é uma época maravilhosa para se visitar a Califórnia. Embora ainda possa estar frio nas maiores altitudes, as temperaturas são confortáveis em uma boa parte do estado. As encostas estão verdes, o ar é fresco e as flores silvestres estão florescendo. Nestes meses, você também encontrará filas menores e melhores preços. Muitas das principais atrações turísticas ainda estão em operação, a um ritmo mais lento, e os hotéis normalmente cobram taxas de baixa temporada até junho. As áreas de deserto da Califórnia são muito mais agradáveis durante a primavera do que durante o escaldante calor do verão. O outono (setembro a novembro) é outra época boa para evitar as multidões e pode ser uma época especialmente maravilhosa para ver o norte da Califórnia e as regiões de vinho do estado. São Francisco, com freqüência envolta em neblina durante todo o verão, tem alguns dos seus dias de sol durante o “veranico”, que costuma ir de setembro a outubro. Se você planeja esquiar, venha entre dezembro e fevereiro, quando a Sierra Nevada está quase sempre com neve. É muito comum que os resorts de esqui estejam abertos no final de outubro, mas dificilmente a neve é tão boa quanto será mais tarde, durante a estação. As linhas de teleféricos ficam lotadas entre a metade de dezembro e a primeira semana de janeiro, quando todos vão para as montanhas durante as festas de final de ano. 
Como se locomover
Considerando-se que algumas das melhores atrações da Califórnia são inacessíveis pelo transporte público, a maioria dos visitantes acha que dirigir é a melhor maneira de ver o estado. Entretanto, há muito o que se ver usando o transporte público e há muito transporte público para levá-lo entre as áreas metropolitanas.
Aeroportos
Os aeroportos abaixo são os maiores aeroportos da Califórnia, em ordem alfabética:
Bob Hope Airport (Burbank)
Fresno Yosemite International Airport
John Wayne Airport (Condado de Orange)
LA/Ontario International Airport
Long Beach Airport
Los Angeles International Airport
Mineta San Jose International Airport
Oakland International Airport
Sacramento International Airport
San Diego International Airport
San Francisco International Airport
Santa Barbara Airport
Santa Monica Airport
Aluguel de carro
Alugar um carro na Califórnia é um procedimento bem fácil. Você precisa ter uma carteira de motorista válida, um passaporte e um cartão de crédito (usado para o depósito de segurança) e precisa ter, normalmente, pelo menos 25 anos. É útil, embora não seja normalmente exigido, ter uma carteira de motorista internacional. As taxas de aluguel variam muito, começando em cerca de US$ 35 por dia por um carro básico, econômico e com duas portas, sem incluir o seguro. É provável que você pague entre US$ 45 e US$ 55 por dia por um veículo médio e com recursos como CD player e ar-condicionado. As taxas básicas podem ser mais baratas no aeroporto do que em qualquer outro lugar. Reservar um carro junto com a reserva da passagem de avião garante uma taxa melhor. As maiores locadoras de carro são:
Alamo
Avis
Budget
Dollar
Hertz
National
Thrifty
Outra maneira de passear pela Califórnia e se divertir é usando um motor home. A El Monte e a Cruise America alugam motor homes de vários tamanhos.

Automóvel Clube
A American Automobile Association (AAA) é o principal automóvel clube do país. Oferece assistência 24 horas, mapas e outros serviços gratuitos para os membros que possuam cartões de afiliação de clubes estrangeiros. Se você pretende dirigir muito enquanto estiver na Califórnia, verá que os serviços do clube são muito úteis. A AAA tem escritórios em quase todas as principais cidades. O clube tem filiais separadas para o Norte da Califórnia e para o Sul da Califórnia.

Transporte público
A Greyhound é a principal empresa de ônibus do país e viaja por toda a Califórnia, do Canadá ao lado sul da fronteira do México. Alguns ônibus públicos oferecem transporte para a costa Big Sur e parques nacionais, incluindo o Yosemite. O trem Coast Starlight da Amtrak vai de Los Angeles a Oakland (e até o estado de Washington), oferecendo uma maneira única de ver a Califórnia. Você verá um lado do estado que os próprios californianos nunca viram! A bordo do trem Pacific Surfliner da Amtrak, você pode ir de San Diego à cidade de Paso Robles, no coração de uma das novas regiões de vinho que está florescendo na Califórnia. Apesar de São Francisco ter um bom transporte público que abrange toda a cidade, em cidades como Los Angeles e San Jose é quase impossível se movimentar sem dirigir ou pegar um táxi.

Links para os transportes públicos e regionais
Para ver uma lista completa das opções de transporte público na Califórnia, visite os Links de Trânsito da APTA da Califórnia.

Norte da Califórnia
Lista de transportes públicos de São Francisco
Bay Area Rapid Transit (BART)
Altrain
Sacramento Regional Transit
511.org

Sul da Califórnia
Departamento de Transporte de Los Angeles
Metrô de Los Angeles
Metrolink
Sistema de Trânsito Metropolitano de San Diego

Bicicleta
Andar de bicicleta é uma excelente maneira de ver a Califórnia, e os ciclistas rapidamente perceberão que os motoristas da Califórnia estão cada vez mais conscientes em relação aos ciclistas. Os passeios em grupo e os eventos ciclísticos são uma ótima forma de conhecer os moradores (os californianos adoram conversar com estrangeiros) e uma maneira divertida de ver os lugares sem ter de navegar por terrenos desconhecidos sozinho. Há muitos recursos on-line, e um ótimo lugar para começar a sua pesquisa é no web site da California Bicycle Coalition. Se passar algum tempo em Los Angeles, verifique os próximos eventos das melhores áreas para passear de bicicleta em Los Angeles Bike Paths ou o Los Angeles County Bicycle Coalition. Para obter informações e recursos em São Francisco, consulte San Francisco Bicycle Coalition. A maioria das cidades importantes tem aluguel de bicicletas para os que não quiserem trazer as suas. A lei da Califórnia exige que os menores de 18 anos usem capacete, quando estiverem andando de bicicleta ou como passageiros na bicicleta.
SOBRE A CALIFÓRNIA
ORIENTAÇÃO
A Califórnia é o terceiro maior estado dos Estados Unidos e cobre uma área de 414.398 quilômetros quadrados, indo da fronteira do estado do Oregon, ao norte, até a fronteira com o México, no sul. Em termos comparativos, é ligeiramente maior que a Alemanha, porém menor que a França. A Califórnia tem uma variedade espetacular de paisagens, desde florestas sombrias e enevoadas de sequóias na costa norte até os picos de granito das montanhas de Sierra Nevada e as paisagens desérticas e surreais da região Sul. Cada uma das doze regiões do estado tem as suas próprias características e viajar de uma a outra pode dar a impressão de estar viajando para um país totalmente diferente. Esta é a beleza da Califórnia.
DISTÂNCIAS DE VIAGEM
A Califórnia é grande - realmente grande. Se uma pessoa dirigisse cruzando o comprimento do estado ao longo da Interstate 5, levaria cerca de quinze horas, com pouco ou nenhum tráfego, para ir de Oregon ao México. Ao final da viagem, teria dirigido aproximadamente 1.287 quilômetros. O centro de San Diego fica a menos de 32 quilômetros ao norte da fronteira mexicana e cerca de 210 quilômetros ao sul de Los Angeles. De Los Angeles, são 620 quilômetros ao norte até São Francisco e, daí, são mais 145 quilômetros para o nordeste até Sacramento. Você percorreria 305 quilômetros se dirigisse de São Francisco ao Yosemite National Park e cerca de 965 quilômetros de Los Angeles a Mount Shasta, no norte da Califórnia. Já deu para perceber que a Califórnia é o lugar ideal para viagens de carro. 
CIDADES PRINCIPAIS
Vibrantes, avançadas e certamente lindas, as maiores cidades da Califórnia combinam de forma singular a cultura, a natureza e o século XXI, oferecendo aos visitantes experiências urbanas inesquecíveis. Para muitos visitantes, Los Angeles expressa a verdadeira essência da Califórnia: Hollywood, Beverly Hills, pessoas bonitas, dias ensolarados e muitas praias. Los Angeles satisfaz todas as expectativas. Mas isto não é tudo. Oferece também a cultura latina, bares animados, comida maravilhosa, uma arquitetura moderna fascinante e um dos mais agitados cenários artísticos do país. A maior cidade da Califórnia é um lugar imperdível. Com sua brisa do mar eternamente perfeita, San Diego tem um dos climas mais deliciosos do país - e o povo de San Diego sabe disto. Você não terá nenhum problema em aproveitar a maravilhosa orla marítima e os quilômetros de praia como o povo da cidade aproveita. A menos de uma hora da fronteira EUA - México, San Diego está mergulhada na cultura mexicana que lhe dá um toque todo especial. O histórico Gaslamp Quarter da cidade, o epicentro da vida noturna de San Diego, é um dos destaques da cidade. São Francisco, com a ponte Golden Gate, a neblina, as lindas casas de madeira, os parques é, sem dúvida uma das cidades mais lindas do mundo. É uma cidade onde é fácil andar (se você não se incomodar com as ladeiras) e extremamente acolhedora. Você poderá precisar de muitas semanas para explorar os bairros dessa cidade, desde os restaurantes de North Beach e Chinatown até os cafés de Mission District. San José é a terceira maior cidade da Califórnia e fica logo ao sul de São Francisco. É o coração de Silicon Valley, onde a tecnologia reina soberana. A nordeste de São Francisco fica Sacramento, a capital do estado e a sétima maior cidade do estado. Em termos de população, fica logo atrás de Long Beach (ao sul de Los Angeles) e da cidade de Fresno, coração cultural e econômico do Central Valley da Califórnia. 
CULTURA
É o estado de crescimento mais rápido do país e a sua reputação é de ser um tanto extravagante, a “costa esquerda”, onde estrelas de cinema dão festas tresloucadas (ou viram governadores) e os liberais vegetarianos elaboram idéias radicais nas hidromassagens dos seus quintais. Apesar de esse estereótipo ser exagerado, os próprios californianos concordam que há um fundo de verdade nele. Este é, afinal de contas, o estado onde as coisas estranhas acontecem. Visite Haight-Ashbury de São Francisco, participe da Humboldt County's Kinetic Sculpture Race ou passeie por Venice Beach em Los Angeles, e vai entender de que estamos falando! Mas a cultura da Califórnia oferece muito mais que coisas estranhas. Uma das características mais marcantes do estado é a sua diversidade. A população de imigrantes dá à Califórnia um charme especial, que não se encontra em nenhum outro lugar. Aqui, 39% da população fala em casa um idioma que não é o inglês, o que significa que a Califórnia tem mais falantes de línguas estrangeiras do que qualquer outro estado do país. Nas ruas das cidades, de São Francisco a Los Angeles, ouve-se espanhol, chinês (mandarim e cantonês), tagalo, russo, italiano e muito mais. Um resultado desta incrível diversidade é a vasta gama de vistas e atividades culturais da Califórnia. Você poderá explorar a história sino-americana em California's Gold Country, conhecer melhor a música mexicana no Mexican Heritage Plaza em San Jose ou perambular pelas ruas do San Diego's Asian Pacific Thematic Historic District. A cultura asiática-americana pulsa na área da baía de São Francisco, onde você encontrará a maior celebração do Ano Novo Chinês do mundo, museus de arte asiática e restaurantes vietnamitas, chineses e japoneses famosos. As estações de rádio mexicanas ecoam pelo ar, de San Diego a San Joaquin Valley e além. Em um só dia você pode dirigir do centro tecnológico de Silicon Valley, com sua abundância de laptops e Bluetooth e ir até as áreas portuguesas de Central Valley onde as touradas sem sangue são realizadas todos os verões. A Califórnia também tem uma cultura afro-americana incrivelmente rica que pode ser vista em locais como o California African American Museum em Los Angeles, e a African-American Shakespere Company, em São Francisco. A música afro-americana é parte integrante da paisagem musical da Califórnia, seja o hip-hop das ruas do centro sul de LA, ou o suave rhythm-and-blues que emana de uma casa noturna no Fillmore District de São Francisco. E também, é claro, há a comida. Nos anos 70, chefs como Alice Waters e Wolfgang Puck revolucionaram a culinária nos Estados Unidos usando fusão de técnicas e ingredientes mais frescos para lançar o movimento culinário conhecido como “Culinária da Califórnia”. Graças ao legado de Waters e à população de imigrantes em desenvolvimento (principalmente mexicanos e asiáticos), a Califórnia se tornou um dos lugares mais interessantes para se comer no mundo. 
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Aventura na Califórnia 
Para alguns de nós, ver a Califórnia de dentro de um carro simplesmente não é suficiente. Por isto, vamos aos penhascos, às cristas das ondas e às corredeiras dos maiores rios do estado para ter uma visão diferente. E graças à paisagem da Califórnia, parece que sempre temos o melhor. Temos 29 parques nacionais no estado, além de monumentos e quase trezentos parques estaduais, sem mencionar uma costa sem fim, além de muitos locais imperdíveis. Com quatro a seis semanas e um carro, você pode ver tudo o que mencionamos e sem pressa.
Evite as multidões e o calor do deserto começando esta jornada épica na primavera (de maio a começo de junho) e no sul da Califórnia, que é mais quente, e seguindo para o norte. Se não der certo, lembre-se: os desertos do sul da Califórnia são escaldantes da metade de junho até agosto, e as montanhas da Sierra Nevada podem ficar brancas de neve de outubro a março; e as partes altas, por mais tempo ainda.

Tempo de viagem: 4 a 6 semanas
Primeira parada, Joshua Tree National Park. Este parque de deserto incrivelmente cinematográfico é famoso pelas excepcionais escaladas em rocha e pelas árvores Joshua. Formações rochosas interessantes e céu azul formam um cenário magnífico.
Do Joshua Tree, siga para o norte para o Mojave Desert National Preserve, onde você pode explorar grandes dunas de areia, campos de flores silvestres, florestas de árvores Joshua e estradas de terra cinematográficas.
Dê uma folga ao deserto e faça um desvio para a costa para visitar o Channel Islands National Park [http://www.nps.gov/chis/] onde se pode acampar, andar de caiaque, pescar e caminhar nestas cinco ilhas maravilhosas. Para ter acesso à ilha, faça reservas de barco com o Island Packers em Ventura, ou com o Truth Aquatics em Santa Barbara.
De Santa Barbara, aventure-se novamente no deserto para ver o Death Valley National Park. O primeiro é uma das faixas litorâneas mais espetaculares da Califórnia, com praias selvagens e penhascos, trilhas internas, camping a beira-mar e hotéis históricos. Death Valley, por outro lado, é onde está o ponto mais quente, mais baixo e mais seco da Califórnia. É um dos melhores lugares no estado para ver flores silvestres (de fevereiro a junho, dependendo do clima) e onde se podem ver trechos espetaculares do deserto. Faça a sua visita de outubro a abril para evitar o calor.
A uma pequena distância de Death Valley, para o norte, está o Sequoia & Kings Canyon National Parks, na cadeia de montanhas Sierra Nevada da Califórnia. Kings Canyon é parecido com um pequeno Yosemite, sem as multidões, ao passo que Sequoia abriga os bosques da árvore que lhe dá o nome, bem como do Monte Whitney (elevação de 4.417 metros), a montanha mais alta da zona continental dos Estados Unidos. Para ver o Monte Whitney, contudo, é preciso andar desde o Whitney Portal, localizado a cerca de vinte quilômetros a oeste de Lone Pine, saindo da Highway 395.
Após visitar estes parques duplos, é obrigatório ir ao Yosemite National Park. Se você planeja ir a Yosemite Valley entre maio e agosto, não se esqueça de fazer reservas com até seis meses de antecedência. Não é à toa que o Yosemite fica lotado. Ver as magníficas quedas d'água do parque estando em baixo das mais impressionantes lajes de granito do mundo é uma experiência inesquecível.
Quando estiver pronto para deixar Yosemite, o que é difícil acontecer, pegue a via Tioga Pass Entrance Station no lado leste do parque. Você verá a região alta do Yosemite, que é de tirar o fôlego, ao redor de Tuolomne Meadows, antes de descer a encosta leste da Sierra em direção ao Mono Lake. A partir daí, siga para o norte pela Highway 395 até a Highway 89 e até Lake Tahoe, repleto de diversão cintilante.
Após explorar Tahoe, faça uma sinuosa viagem para noroeste pela Highway 89 até o Lassen Volcanic National Park em Cascade Range. De lá, vá para oeste pela Highway 44 até a Interstate 5 e para o norte até o Monte Shasta (altitude: 4.317 metros) cheio de neve no topo, que você pode escalar em dois dias, se sentir vontade. Passe a noite em Mount Shasta City ou na vizinha Dunsmuir antes de se dirigir, novamente, para o litoral. Para isto, vá para norte pela Interstate 5 e, em seguida, para oeste pela Highway 96 até o Redwood National Park em Humboldt County. Viaje pela histórica Highway 101 até o Humboldt Redwoods State Park. Vá para oeste até a litorânea Highway 1, onde você pode seguir por outro trecho maravilhoso e deserto do litoral da Califórnia.
Passe alguns dias andando pelos penhascos costeiros e praias desertas em Point Reyes National Seashore e ande de caiaque em Tomales Bay. E não deixe de comer algumas ostras!
Siga para o sul e termine a viagem em São Francisco. Dirigir sobre a Ponte Golden Gate é um final perfeito para uma longa viagem. 

Diversão em família na baía de São Francisco 
Está trazendo as crianças? Se este for o caso, esta é a desculpa perfeita para se deliciar com todas as diversões que a área da baía de São Francisco pode oferecer. É fácil preencher de quatro a cinco dias com tudo, de montanhas russas a jogos de beisebol, e deslumbrar-se com as atrações familiares da área da baía.

Tempo de viagem: 4 a 5 dias 
Dia 1São Francisco é um ótimo ponto de partida, e poucas coisas podem entreter a família inteira tão bem quanto o Exploratorium, um local de diversão sem igual que oferece exposições científicas interativas, localizado no famoso edifício do Palace of Fine Arts. Não perca o Tactile Dome.
Depois, faça um passeio de barco até Alcatraz para um tour repleto de suspense nesta famosa ex-prisão. Quando voltar de Alcatraz, visite dois clássicos de São Francisco, o Fisherman's Wharf e o Pier 39, para saborear uma sopa de mariscos e para distrair as crianças. Preste atenção no famoso Bushman no Fisherman's Warf. Você saberá quem ele é assim que olhar para ele!

Dias 2 e 3Após um café da manhã generoso no Mel's Drive Inn, vá direto para o Zeum, um museu de arte e tecnologia interativo onde os pais se divertem tanto quanto os filhos.
Em seguida, dê um passeio no bonde! Gostando ou não de fila, todos os que visitam São Francisco precisam andar de bonde pelo menos uma vez. Pegue o bonde no ponto da Powell Street perto de Market Street e curta o passeio. Dica: se chegar cedo em uma manhã de dia de semana, conseguirá os melhores lugares sem precisar esperar na fila.
Se você visitar São Francisco durante a temporada de beisebol (abril a setembro), reserve um dia para ver o San Francisco Giants jogar no maravilhoso AT&T Park. O estádio é, sem dúvida, um dos que oferecem a melhor vista de estádio em todo o país. Curiosidade: este é o terceiro nome do parque desde que foi inaugurado em 2000.

Dia 4No seu quarto dia, você estará pronto para se aventurar fora da cidade. Seus filhos vão amar você eternamente se você os levar ao Paramount's Great America em Santa Clara, ao sul de São Francisco. O parque de diversões tem as melhores montanhas russas e atrações de alta adrenalina no norte da Califórnia.
Se preferir um cenário mais cinematográfico e um pouco histórico, visite Santa Cruz Beach Boardwalk, a cerca de 112 km ao sul de São Francisco, na excêntrica cidade de Santa Cruz. O Boardwalk, que comemora cem anos em 2007, tem a montanha russa mais antiga da Califórnia (feita de madeira, é claro) e é também o único parque temático no litoral do estado.
Passe a noite em Santa Cruz ou na vizinha Monterey, onde está o maravilhoso Monterey Bay Aquarium, um dos principais locais a serem visitados na área da baía de São Francisco. As crianças e os adultos ficarão impressionados com as exposições que apresentam de tudo, desde águas-vivas que parecem extraterrestres até tubarões, tanques de atum e lontras do mar.

Dia 5Ao norte de São Francisco, na cidade de Vallejo, visite o Six Flag's Discovery Kingdom, onde baleias orcas e golfinhos treinados encantam a platéia com acrobacias e muita água espalhada.. É um zoológico, aquário e parque temático em um só lugar. Dica: evite ir de carro de São Francisco e prefira a balsa no Pier 39.
É muita diversão para tão pouco tempo. E ainda nem falamos do Randall Museum, um museu de arte e ciência para crianças; ou do Cartoon Art Museum; ou da fábrica Jelly Belly em Fairfield; e muitas outras atrações divertidas. 
Explore esta viagem e obtenha indicações usando o Mapa Google personalizado que criamos para você.
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Highway 1 litorânea 
Seguindo por aproximadamente 1.040 km pelo litoral da Califórnia, a Highway 1 é o local para uma das mais incríveis viagens de carro do mundo. É uma viagem que ninguém pode deixar de fazer, passando pelas agitadas praias do sul da Califórnia até as costas selvagens e com neblina da costa norte. Há várias formas de fazer esta viagem, dependendo de onde se começa e de quanto tempo se tem. Você pode começar em Los Angeles, seguir para São Francisco e voar de volta para LA (ou vice-versa) em dois dias extremamente rápidos, ou fazer o trajeto com calma, em uma semana. Ter mais tempo permite que você tenha um começo apropriado na parte sul da Pacific Coast Highway. Conhecido como “PCH,” este é um trecho clássico da Highway 1, que começa em Dana Point e segue para o norte até a cidade de Oxnard. Em sua viagem pela PCH, você passará pelas praias mais famosas do sul da Califórnia.

Tempo de viagem: 2 a 7 dias

Santa Mônica é um excelente lugar para se passar a noite antes de seguir para a bela cidade de Santa Bárbara, conhecida como a Riviera americana. Você pode, então, fazer um desvio até o território dinamarquês de Solvang, fazer uma degustação de vinho em Lompoc e passar o dia se divertindo ou passeando de ATV (veículos para todos os terrenos) por Pismo Beach.
A cidade universitária de San Luis Obispo é uma parada divertida para compras e refeições.
Após fazer um desvio em Paso Robles para degustar alguns dos vinhos mais finos da Califórnia, pare em algum lugar tranqüilo da costa no resort de Cambria. De lá, siga até o Big Sur, um dos trechos mais espetaculares do litoral da Califórnia. Se você só tiver tempo para ver uma coisa no litoral, escolha esta. Do Big Sur, você está a apenas uma hora da histórica Carmel e da vizinha Monterey, onde se encontra o excelente Monterey Bay Aquarium, outro lugar que você não vai querer deixar de ver. No dia seguinte, dirija até Santa Cruz, uma outra cidade clássica de surfe e onde está o Santa Cruz Beach Boardwalk. Continue subindo pela costa até São Francisco. De lá, retorne para LA ou continue subindo para o norte pela Highway 1. 
A população litorânea da Califórnia diminui significativamente ao norte de São Francisco. Explorar as praias e as cavernas escondidas da região e passear por seus sinuosos penhascos e praias na baía é um sonho. Se você for direto pela Highway 1 a partir de São Francisco, pode levar mais um dia para chegar no sul da desolada e espetacular Lost Coast, que marca o final da Highway 1. Reserve de três dias a uma semana para explorar este trecho do norte da Califórnia.
A menos de duas horas ao norte de São Francisco, de carro, cidades como Tomales, Dillon Beach e Bodega Bay oferecem um isolamento tranqüilo, excelentes restaurantes de frutos-do-mar, pequenos hotéis ou casas de veraneio para alugar e praias desertas com brisa. Mais ao norte, passe um dia na encantadora e sofisticada cidade de Mendocino ou na mais modesta Fort Bragg.
A pequena cidade de Leggett marca o final da Highway 1, onde a rodovia costeira vira para o interior e atinge a Highway 101. Conhecida como a Lost Coast, o trecho sem estrada e irregular da costa norte daqui é parte da King Range National Conservation Area, oferecendo oportunidades maravilhosas de passeios com mochilas e caminhadas. Se não tiver tempo, volte para São Francisco pela Highway 101, que é mais rápida.
Se estiver disposto a mais aventura, continue para o norte pela Highway 101 até o Humboldt Redwoods State Park para ver por que este trecho ganhou o apelido de “Avenue of the Giants” (avenida de gigantes). Daremos uma dica: sequóias! 

O melhor de Los Angeles
Los Angeles é muito grande, tem muitas facetas e muitas coisas ao mesmo tempo: praias fantásticas, estradas que formam um labirinto, arquitetura fascinante, bairros que se estendem a perder de vista, riqueza, arte, música e várias culturas. É impossível imaginar do que se trata até você chegar lá; e, mesmo estando lá, você vai precisar de alguns dias para saber se orientar. É isto que faz com que a maior cidade da Califórnia seja tão emocionante.
Permita-se, pelo menos, cinco dias, de preferência uma semana, para fazer justiça à região de LA. Alugue um carro. Francamente, não há como andar por LA sem um. 
Tempo de viagem: 5 a 6 dias
Dia 1Comece com estilo, dirigindo por Beverly Hills. As ruas com três faixas,os gramados bem cuidados e as magníficas mansões são tão extravagantes quanto você imagina. Não deixe de olhar as vitrines (ou realmente fazer compras) em Rodeo Drive e Brighton Way, duas das ruas de compras mais caras do mundo.
Se não perder muito tempo fazendo compras em Beverly Hills, poderá incluir na sua programação da tarde o Getty Center, um lugar imperdível. Após entrar na arte e arquitetura deste museu e centro de pesquisa de bilhões de dólares, passe a tarde curtindo o pôr-do-sol, porque este é um dos melhores lugares de LA para fazer isto.

Dia 2
Passe o dia seguinte observando as pessoas, indo de galeria em galeria e fazendo compras em Venice. Na quinta-essência das praias da Califórnia, hippies, fisiculturistas, patinadores e todo tipo de personagens estranhos que se pode imaginar estão compartilhando o calçadão e a praia... com você !

Dia 3
Próximo da lista: Santa Mônica. É possível visitar a cidade litorânea mais agradável de LA, o local onde nasceu o ator Robert Redford, no mesmo dia em que visitar a vizinha Venice. Mas, para realmente aproveitar, passe o dia e a noite. Vá direto para o famoso Píer de Santa Mônica, que tem um aquário e um parque de diversões. Reserve algum tempo para o excelente Santa Monica Museum of Art e, é claro, para a praia de Santa Mônica.
Dia 4
Em seguida, aventure-se no centro de LA e reserve várias horas para ver El Pueblo de Los Angeles Historic Monument, o local onde Los Angeles nasceu. Passeie pelos edifícios históricos, pare na praça e ande pelos quiosques de Olvera Street.
Passe a noite examinando o céu por um telescópio de alta potência no Griffith Observatory, um dos principais observatórios públicos do mundo. Não deixe de fazer uma reserva antes de visitar o observatório.

Dia 5Nenhuma visita a LA está completa sem um dia no Universal Studios. É divertido e, agora, também é assustador. A recém-inaugurada House of Horrors apresenta os personagens e efeitos especiais mais assustadores dos mais apavorantes filmes de terror.
E por último, mas não menos importante: deixe um pouco de lado Hollywood e as estrelas de cinema e visite o excelente California Science Center, um museu de ciência interativo dedicado à inovação humana, plantas, animais, espaço exterior e muito mais.
Espere! E que tal a Disneylândia? Veja o roteiro completo para a Disneylândia abaixo.
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São Francisco romântica
São Francisco é comprovadamente a cidade grande mais romântica da Califórnia. As vistas das montanhas, os bondes, a nostálgica North Beach, a Marin Headlands, a baía de São Francisco – vai ser difícil encontrar mais romance em uma cidade. Do nascer ao pôr-do-sol, e durante a noite, há muita coisa para que você e o seu amor se divirtam eternamente.

Tempo de viagem: 2 a 4 dias 
Dia 1
Comece bem o seu dia devorando os melhores doces da cidade em Tartine Bakery, ou com um cappuccino matinal em um café em North Beach. North Beach é o bairro italiano por excelência de São Francisco e as bebidas feitas com café expresso costumam ser estupendas. Assim que estiver abastecido, caminhe ou ande de bicicleta pela famosa ponte Golden Gate. Mais tarde, dê uma parada no Golden Gate Park e visite a fascinante Conservatory of Flowers, a mais antiga estufa pública da América do Norte e um marco de São Francisco desde 1879. Após o passeio pelas flores, perambule pelo San Francisco Botanical Gardens em Strybing Arboretum e faça um passeio tranqüilo nos 22 hectares de maravilhosos jardins.
Para jantar, delicie-se com ostras em um dos três preferidos de São Francisco: o Hog Island Oyster Bar, o clássico Zuni Cafe ou o reverenciado Swan Oyster Depot. Arremate com o pôr-do-sol da Califórnia visto de Coit Tower. Se perder o pôr-do-sol, pegue um táxi para o topo de Twin Peaks para ter uma maravilhosa vista noturna da cidade.

Dia 2
No segundo dia, perambule por Mission District (o bairro mais hippie de São Francisco) e não se esqueça de passar em Precita Eyes Mural Arts and Visitors Center, onde se pode conhecer a história dos ricos murais do bairro e fazer um passeio a pé ou de bicicleta para ver mais de setenta murais em uma área de seis quarteirões.
Hayes Valley oferece excelentes lojas e vários restaurantes fabulosos para um jantar romântico.
Encerre a tarde com um cruzeiro de catamarã pela baía, ao pôr-do-sol. É uma desculpa perfeita para aconchegar-se quando a névoa chega! Ainda tem energia? Ande nos elevadores envidraçados do Saint Francis Hotel, na Union Square. As vistas são surpreendentes. 
Dia 3
O dia três é para viagens curtas. Poucas coisas são tão românticas quanto um passeio pela ponte Golden Gate até Marin Headlands e além. Você pode fazer um passeio curto visitando Muir Beach ou Stinson Beach, ou tirar o dia para ir de carro até o litoral, ao espetacular Point Reyes National Seashore, onde praias escondidas e pequenas cidades como Inverness e Tomales fazem você diminuir o ritmo.
Depois de ver tudo isto, você só viu uma pontinha da romântica São Francisco. Ainda há a San Francisco Opera, a Baker Beach ao pôr-do-sol, uma viagem de uma dia para Sausalito e, é claro, o clássico da cidade: um passeio de bonde saindo de Union Square. Chegue cedo para evitar as multidões.
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Sol, areia e Disneylândia
Quando o mundo pensa nos EUA, a Disneylândia vem invariavelmente à mente. Quando se trata da Califórnia, as pessoas pensam nas praias. Bem-vindo a Orange County. “OC”, como os nativos o chamam, é o lar dos parques temáticos preferidos da América e de algumas das praias mais famosas do estado. Traga as crianças e reserve de quatro dias a uma semana para o seu tour por Orange County. Você verá os dois lados da clássica Califórnia.
Tempo de viagem: 4 a 7 dias 
Dias 1 a 4
Comece com a Disneylândia. O parque temático preferido da América sempre foi grande, mas com a adição do Disney's California Adventure, em 2001, ficou ainda maior – muito maior. Algumas pessoas levam três ou quatro dias para explorar o Disneyland Park e o adjacente Disney's California Adventure, que é exatamente o que leva se você quiser experimentar tudo. Reserve bastante tempo para as atrações. Não deixe de ir à Space Mountain, ao Pirates of the Caribbean (Piratas do Caribe), à Indiana Jones Adventure e, é claro, ao Matterhorn. Fique em um hotel em Anaheim, localizado fora do parque ou, para uma experiência Disney total, hospede-se no Disney's Grand Californian Hotel ou no original Disneyland Hotel.
Assim que deixar o mundo da fantasia da Disneylândia, vá direto para a praia. Não há lugar melhor para começar do que a Seal Beach, uma das últimas cidades praianas não adulteradas da costa sul da Califórnia, com um centro simpático, ancorado ao redor de Main Street, que se espalha pelo píer.

Dia 5
Próximo: Huntington Beach, também conhecida como Surf City USA. Com cerca de doze quilômetros de praias amplas, um ambiente de surfe animado e um centro cheio de acontecimentos, o local de nascimento do surfe da Califórnia é o lugar perfeito para mergulhar na cultura de praia da Califórnia.
Ao sul de Surf City está Newport Beach. Este é o destino de praia mais pretensioso de SoCal (abreviatura de Califórnia do sul, em inglês), com vida, acomodações e restaurantes luxuosos e as modas que acompanham tudo isto. Basta uma viagem a Fashion Island e você entenderá o que queremos dizer.
A linha litorânea de Orange County é simplesmente espetacular. Para ver o melhor dela, passe uma tarde em Corona del Mar State Beach. No dia seguinte, viaje para o sul para as praias e bosques desabitados do Crystal Cove State Park e reserve um chalé no maravilhosamente nostálgico distrito histórico do parque.

Dia 6
Se há um destino que não se pode perder é Laguna Beach, há muito a rainha dos destinos de praia de OC graças às suas encostas com bosques, praias com penhascos e uma comunidade vibrante de artistas. A cidade tem cerca de trinta praias públicas, galerias de arte, lojas, uma ampla gama de hotéis e restaurantes e o Laguna Art Museum. Você pode até fazer aulas de culinária de um ou vários dias na altamente conceituada Laguna Culinary Arts. 
Dia 7
Finalmente, não seria Orange County sem San Juan Capistrano, cuja missão histórica é famosa pelas andorinhas que retornam todos os anos em 19 de março. A cidade realiza seu Festival de Andorinhas todos os anos em 18 e 19 de março para comemorar o retorno dos pássaros no dia de São José. Reserve a tarde para explorar a missão e você verá porque os pássaros sempre voltam. Explore esta viagem e obtenha indicações usando o Mapa Google personalizado que criamos para você.

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São Francisco urbana
São Francisco pode ser a quarta maior cidade da Califórnia, mas ganha de todas quando se trata de encantar os recém-chegados. A baía, as pontes, as vistas, os bairros e a completa facilidade de locomoção faz com que seja uma das melhores cidades do mundo para se visitar.
Sem dúvida, dá para passar meses explorando São Francisco e as cidades vizinhas, incluindo Oakland, Berkeley, Palo Alto e San Jose. Mas você pode ver o melhor que ela tem a oferecer em uma semana. Se tiver pouco tempo, concentre-se em “The City” (as pessoas de São Francisco nem sonham em chamá-la de “Frisco”). Se tiver uma semana ou mais, aventure-se pela baía e pelo sul junto à península para ver o que a área da baía tem.

Tempo de viagem: 2 a 7 dias

Bem-vindo a São Francisco. Você já sabe quais são os destaques: Fisherman's Wharf, Union Square e Haight-Ashbury, como sabem também todas as agências de viagem da Suécia à Austrália. Mas há algumas coisas que são definitivamente São Francisco, como os bairros que as agências de viagem não costumam indicar:
Em Mission District, uma mistura de latinos e hipsters merece ser vista ao longo de Valencia Street e Mission Street, ambas entre a 16th e a 24th Streets. Os restaurantes, especialmente as taquerías (fast food mexicana) são fantásticos.
Hilly Dolores Park (Dolores Street e 18th Street) é um lugar maravilhoso para descansar antes de andar por Noe Valley, onde a 24th Street é um bom exemplo desse bairro relaxado. De lá, desça a ladeira até a colorida Castro Street (entre a 18th e a Market Streets), o coração gay de São Francisco. Se puder, veja um clássico no histórico Castro Theatre.
Para uma experiência única de compras e mais restaurantes excelentes, visite Hayes Valley.
Se estiver na cidade em uma terça-feira ou sábado, não perca o Ferry Plaza Farmers Market no Ferry Building. Você pode entrar em um frenesi enquanto, sem saber, esbarrar nos principais chefs que fazem compras por aqui também.
Nenhuma visita a São Francisco está completa sem um passeio no elegante distrito de compras da cidade em Union Square (Ellis Street na altura da Mason Street),0 através de Chinatown (ao longo da Grand Avenue), até o bairro italiano de North Beach.
Assim que chegar lá, peça um sanduíche na Molinari Delicatessen (415-421-2337; 373 Columbus Avenue), coma-o no gramado de Washington Square Park (Columbus Avenue e Union Street) e reflita sobre os poetas beat que tornaram North Beach famosa nos anos 50.

Há muito mais em São Francisco, mas quando estiver pronto para um intervalo, cruze a baía (de BART ou de carro) para Oakland.
Faça um passeio por Lake Merritt e pelas ruas próximas de Lakeshore Avenue e Grand Avenue, e perambule pela Piedmont Avenue até a vizinhança de Rockridge, particularmente College Avenue, ao norte de Broadway.
Visite a alegre Telegraph Avenue de Berkeley, repleta de personagens estranhos e veja o campus da University of California Berkeley.
Passeie por “Gourmet Ghetto”, o trecho da Shattuck Avenue (entre Rose e Hearst Streets) que está repleto de restaurantes famosos, inclusive o Chez Panisse, que definiu a Culinária da Califórnia.
Não perca a 4th Street para as melhores compras de Berkeley.
Se ainda precisar de mais urbanidade, vá para o sul, a partir de São Francisco até chegar a San Jose, a terceira maior cidade no coração de Silicon Valley. Lugares imperdíveis: Centro de San Jose e a chique Santana Row. Explore esta viagem e obtenha indicações usando o Mapa Google personalizado que criamos para você. 

A região dos vinhos no norte da Califórnia
A Califórnia está no mapa dos vinhos desde a famosa Degustação de Vinhos de Paris de 1976, quando os vinhos da Califórnia conseguiram as duas melhores classificações (para o tinto e o branco) em uma degustação cega por onze juízes parisienses. Desde então, as vinícolas proliferaram por todo o estado, desde o Condado de Mendocino, no norte da Califórnia, até a região, em rápido crescimento, de Paso Robles na Califórnia Central. E o que encerra um roteiro de viagem preparado ao redor de vinho? Estamos perplexos!
A região vinícola mais famosa da Califórnia é o Napa Valley, que forma o básico deste roteiro. Mas não deixe de ir para o menos conhecido, porém igualmente impressionante, Sonoma Valley, mas montanhas. Com uma parada no Russian River Valley no norte do condado de Sonoma, você terá uma viagem de três dias perfeita. 
Tempo de viagem: 3 dias

Dia 1
De São Francisco, vá por Bay Bridge (Highway 80 leste) e pela Highway 29 até o famoso Napa Valley, onde ficam vinícolas apreciadas como a Frog's Leap, o fabricante do Cabernet ganhador do Teste de Vinhos de Paris e a vinícola do diretor de cinema Francis Ford Coppola, a Niebaum-Coppola. Escape da pompa das grandes vinícolas d o vale visitando a Plumpjack, fundada pelo prefeito de São Francisco, Gavin Newsom.
Na cidade de Napa, não deixe de visitar Copia: The American Center for Wine, Food & the Arts, um centro cultural de US$ 50 milhões dedicado às boas coisas da vida. Passe a noite em Napa ou na vizinha Yountville, sede de muitas grandes vinícolas e um dos restaurantes mais famosos do mundo: French Laundry.
Continue indo para o norte pela Highway 29, parando em Oakville e Rutherford, onde você pode bebericar espumantes em um cenário maravilhoso no Mumm ou visitar o Opus One de Robert Mondavi. A superficial, porém charmosa, cidade de St. Helena fica próxima a Beringer e Charles Krug Winery, duas das mais antigas vinícolas do Napa.
Passe a noite em Calistoga, famosa por seus banhos de lama, águas termais e todos os tratamentos fabulosos que as acompanham.

Dia 2
De Calistoga, dirija para o nordeste pela Highway 128 até a Highway 101.
De lá, você irá para o sul para o cinematográfico Russian River Valley, chegando rapidamente na encantadora cidade de Healdsburg. Aqui você pode comer, dormir e beber até ficar satisfeito. Não importa o que você pense em fazer, visite a absolutamente moderna vinícola Roshambo, cuja meta, autoproclamada, juntamente com produzir vinhos, é colocar um pouco de diversão no mundo das vinícolas. 
Dia 3
Siga para o sul pela Highway 101 e você logo estará em Sonoma Valley, sede de quase duzentas vinícolas e conhecido por suas soberbas Chardonnays e Pinot Noirs. O centro de Sonoma oferece algumas vinícolas e é um prazer passear após um dia de degustação. Não deixe de ir à vinícola Robledo e à ultra-hip Kaz antes de ir para o sul, para a ponte Golden Gate. Atravesse-a e você estará de volta a São Francisco.